Durante a Segunda Guerra Mundial, dois oficiais britânicos travam um conflito de valores em pleno deserto, enquanto levam a cabo uma importante missão. O que alimenta este conflito é o fato de que a esposa de um foi a amante do outro, no passado.
Nicholas Ray dirigiu vários filmaços na década de 50 e em ''Amargo Triunfo'' não foi diferente, é o tipo de filme de guerra com uma missão suicida, dois oficiais que amam a mesma mulher e tem suas diferenças lideram os militares porém se alfinetam o tempo todo causando até desconfiança no restante do pelotão, fica na cara que os homens respeitavam mais o capitão (Richard Burton) do que o Major (Curd Jürgens), o elenco ainda tem Christopher Lee como Sargento Barney, com poucas falas, filme com boas cenas de ação no tiroteio e explosões considerando a data em que foi filmado e momentos de tensão na sobrevivência no deserto.
Drama de triângulo amoroso inserido em um contexto de guerra, apresenta Burton em mais um de seus papéis de cínico e amargo, o alemão Jurgens (surpreendente) como um oficial britânico ciumento e covarde, e Roman como o 'pomo da discórdia'. Não é para qualquer um...
Co-produção franco-estadunidense da Columbia Pictures, em preto e branco, indicada ao Leão de Ouro de melhor filme no Festival de Veneza. O filme foi baseado no livro "Amère Victoire", escrito pelo suspeito traidor da Resistência Francesa, René Hardy (1911-1987).
De acordo com a atriz Mylène Demongeot, que conheceu Nicholas Ray (1911-1979) no set deste filme, ele bebia um copo cheio de vodka todas as manhãs com a mesma facilidade com que bebia água. Estréia no cinema do roteirista Gavin Lambert (1924-2005). Estréia no cinema de Sean Kelly e uma participação secundária de Christopher Lee (1922-2015) em início de carreira num papel atípico em sua carreira.
Ray era um dos gênios do cinema, combinando efetivamente uma aventura orientalista estrondosa com as dimensões filosóficas e psicológicas da masculinidade. O filme, feito mais de uma década após o fim da Segunda Guerra Mundial, é uma visão nítida e estridente do vazio devastador e retumbante do mundo do pós-guerra. É, ao mesmo tempo, o mais direto e o mais secreto dos filmes, o mais sutil e o mais bruto.
esse surpreendeu
Nicholas Ray dirigiu vários filmaços na década de 50 e em ''Amargo Triunfo'' não foi diferente, é o tipo de filme de guerra com uma missão suicida, dois oficiais que amam a mesma mulher e tem suas diferenças lideram os militares porém se alfinetam o tempo todo causando até desconfiança no restante do pelotão, fica na cara que os homens respeitavam mais o capitão (Richard Burton) do que o Major (Curd Jürgens), o elenco ainda tem Christopher Lee como Sargento Barney, com poucas falas, filme com boas cenas de ação no tiroteio e explosões considerando a data em que foi filmado e momentos de tensão na sobrevivência no deserto.
Ray continuava numa pegada sensacional.Outra bela direção,dessa vez mais frenética,envolvendo bem com drama e grandes momentos de guerra.
>Maratona Christopher Lee - Assistido em 05 de Julho de 2024
Drama de triângulo amoroso inserido em um contexto de guerra, apresenta Burton em mais um de seus papéis de cínico e amargo, o alemão Jurgens (surpreendente) como um oficial britânico ciumento e covarde, e Roman como o 'pomo da discórdia'. Não é para qualquer um...
Co-produção franco-estadunidense da Columbia Pictures, em preto e branco, indicada ao Leão de Ouro de melhor filme no Festival de Veneza. O filme foi baseado no livro "Amère Victoire", escrito pelo suspeito traidor da Resistência Francesa, René Hardy (1911-1987).
De acordo com a atriz Mylène Demongeot, que conheceu Nicholas Ray (1911-1979) no set deste filme, ele bebia um copo cheio de vodka todas as manhãs com a mesma facilidade com que bebia água. Estréia no cinema do roteirista Gavin Lambert (1924-2005). Estréia no cinema de Sean Kelly e uma participação secundária de Christopher Lee (1922-2015) em início de carreira num papel atípico em sua carreira.
Ray era um dos gênios do cinema, combinando efetivamente uma aventura orientalista estrondosa com as dimensões filosóficas e psicológicas da masculinidade. O filme, feito mais de uma década após o fim da Segunda Guerra Mundial, é uma visão nítida e estridente do vazio devastador e retumbante do mundo do pós-guerra. É, ao mesmo tempo, o mais direto e o mais secreto dos filmes, o mais sutil e o mais bruto.