Um médico investiga sobrenatural e execução de uma mulher acusada de assassinato vai dar chance de testar suas teorias. Mas há um desvio inesperado de seu propósito, quando o espírito do morto vai para o corpo de uma mulher inocente.
Gostei, a personagem Ruth Rogen é muito boa, mas infelizmente tem pouco tempo de tela e, depois, apenas aparece no corpo de Roma. Aliás, ótima atuação de Carole Lombard quando está possuída por Ruth.
As subtramas não são muito bem desenvolvidas, como a do vidente charlatão e a da velhinha que morre, sem que o motivo ou a forma sejam claramente explicados. O assassinato do irmão de Roma, se Hammond era realmente o culpado ou não, entre outros detalhes, também fica sem resolução. Porém, por ser um filme curto, isso é relevado, enquanto a trama principal é bem desenvolvida.
Que surpresa bacana: um filme curto e muito bem realizado, que se inicia como se fosse um 'trailer', com muitas citações escritas na tela (que vão de Confúcio e Maomé à Bíblia). Vivienne Osborne transmite com efetividade a ambigüidade criminal de sua personagem, restando a Carole Lombard imitá-la, através das sobrancelhas arqueadas, depois que ocorre a possessão. Os malvados que continuam vivos (o charlatão e sua senhoria) é que não são muito bem desenvolvidos, bem como a coadjuvação do jovem Randolph Scott, mas é um filme que, em sua celeridade, envelheceu muito bem: tramóias como aquela seguem acontecendo nos dias hodiernos, entre os viúvos e órgãos aquisitivamente favorecidos. Tem vilão maior que o Capitalismo em si? (risos). Bacana de ser conferido, falarei bem do diretor por aí... Idem quanto à música climática! (WPC>)
Apesar do título em inglês, não é um filme de terror. Trata dos conceitos de sobrenatural, mas a trama não envolve assombrações, e sim possessões, charlatanismo e aquela pseudociência que beira os cientistas loucos, tão comum na época. É divertidinho, mas não apresenta nada demais. Nota: 7.0.
Carole Lombard parece desconfortável. Não a toa, brigou com o diretor por achar que seu forte eram as comédias. O maior destaque, ao meu ver, ficou com a Vivienne Osborne, numa atuação tresloucadíssima e exagerada, mas que cai como uma luva no filme. No entanto, este terror se mostra competente, apesar das falhas no roteiro. Destaque pra cena de abertura, com aquele coral cantando freneticamente. Apesar de curto (tem 1h de duração), achei o filme muito arrastado. Péssima tradução do título, à brasileira mesmo.
Gostei, a personagem Ruth Rogen é muito boa, mas infelizmente tem pouco tempo de tela e, depois, apenas aparece no corpo de Roma. Aliás, ótima atuação de Carole Lombard quando está possuída por Ruth.
As subtramas não são muito bem desenvolvidas, como a do vidente charlatão e a da velhinha que morre, sem que o motivo ou a forma sejam claramente explicados. O assassinato do irmão de Roma, se Hammond era realmente o culpado ou não, entre outros detalhes, também fica sem resolução. Porém, por ser um filme curto, isso é relevado, enquanto a trama principal é bem desenvolvida.
Ruth consegue sua vingança contra Paul Bavian, que acaba se enforcando ao sair do barco, claro, com uma ajudinha de Ruth Rogen.
Assistido em 15/08/2025
Que surpresa bacana: um filme curto e muito bem realizado, que se inicia como se fosse um 'trailer', com muitas citações escritas na tela (que vão de Confúcio e Maomé à Bíblia). Vivienne Osborne transmite com efetividade a ambigüidade criminal de sua personagem, restando a Carole Lombard imitá-la, através das sobrancelhas arqueadas, depois que ocorre a possessão. Os malvados que continuam vivos (o charlatão e sua senhoria) é que não são muito bem desenvolvidos, bem como a coadjuvação do jovem Randolph Scott, mas é um filme que, em sua celeridade, envelheceu muito bem: tramóias como aquela seguem acontecendo nos dias hodiernos, entre os viúvos e órgãos aquisitivamente favorecidos. Tem vilão maior que o Capitalismo em si? (risos). Bacana de ser conferido, falarei bem do diretor por aí... Idem quanto à música climática! (WPC>)
Horror 30s da Paramount Productions, com a temática de possessão de espíritos com boas técnicas e efeitos modernos para sua época e orçamento.
Apesar do título em inglês, não é um filme de terror. Trata dos conceitos de sobrenatural, mas a trama não envolve assombrações, e sim possessões, charlatanismo e aquela pseudociência que beira os cientistas loucos, tão comum na época. É divertidinho, mas não apresenta nada demais.
Nota: 7.0.
Carole Lombard parece desconfortável. Não a toa, brigou com o diretor por achar que seu forte eram as comédias. O maior destaque, ao meu ver, ficou com a Vivienne Osborne, numa atuação tresloucadíssima e exagerada, mas que cai como uma luva no filme. No entanto, este terror se mostra competente, apesar das falhas no roteiro. Destaque pra cena de abertura, com aquele coral cantando freneticamente.
Apesar de curto (tem 1h de duração), achei o filme muito arrastado. Péssima tradução do título, à brasileira mesmo.