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Data de lançamento
7 Set. 2017Duração
Em uma pequena cidade costeira, duas estudantes são assaltadas por um homem de meia-idade em um motel. Mia, uma adolescente que estava trabalhando na recepção naquela noite, é a única testemunha. Por medo de perder seu emprego, ela não diz nada. Enquanto isso, Wen, de 12 anos, uma das vítimas, descobre que seus problemas apenas começaram. Presas em um mundo que não lhes oferece segurança, Mia e Wen terão que encontrar sua própria saída.
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O tema filme é muito bom por tratar de um assunto atualíssimo. Mas a meu ver a diretora cometeu um erro grave ao atribuir a responsabilidade ao ocidente pela exposição sexual a que estão sujeitos os orientais, pelo menos foi o que entendi com a "estatua" gigantesca da Marilyn Monroe na famosa cena do filme O Pecado Mora ao Lado de 1955.
Abordagem ácida, mas o filme é RUIM! A narrativa consegue mais ENTENDIAR do que entreter!
Fora de ser um conteúdo absolutamente sonolento, ainda perde muita qualidade na elaboração não original dos detalhes da produção, colocando pitadas de americanismo bestificado.
Deveria ser algo melhor pelo tema abordado. Mas é apenas algo TEDIOSO e RUIM!
NOTA: 3,0
É um filme necessário. Dialoga sutilmente com o espectador. As vezes parece ser monótono. Mas carregas muitos simbolismos.
"Angels Wear White" da chinesa Vivian Qu é um retrato da China atual, mais concretamente, trata de uma violação a duas jovens de 12 anos. No entanto o filme divide-se em dois "sub-plots" , o primeiro, abordando uma das vítimas, é razoavelmente bem conseguido, o segundo, abordando a testemunha do ataque, é, pelo contrário, desenvolvido de forma algo confusa, o que retira força ao produto final, ficando assim na mediania. Nota:3(0-5)
Expondo a corrupção sórdida da polícia e dos funcionários do governo através de seu envolvimento incriminador em um caso de agressão sexual infantil, “Angels Wear White” poderia suar frio os pais de jovens filhas. A representação do diretor e produtor chinês Vivian Qu, do destino dos protagonistas, pode ser inflexível às vezes, mas o tom sombrio é suavizado por notas de graça, como a beleza frágil dos protagonistas e a poesia desolada de seu ambiente à beira-mar. Um dos filmes cada vez mais raros do continente para combater a injustiça social sem contornar questões que seriam contrárias à censura do Estado, o filme parece arriscar suas chances apenas no mercado internacional de arte. O tema centrado na femme e seu status como a única entrada chinesa na principal competição de Veneza devem dar um impulso.