A trupe do mágico Albert Vogler chega a uma pequena cidade onde um grupo de céticos espera desmascará-lo. Razão e fé são postas em cheque neste ambíguo longa de Bergman.
Bergman trás temas interessantes em O Rosto. Como o macabro, o terror, o papel do artista, e o alcance da arte na comunidade. Tem discursoes interessantes no embate do grupo de artistas e membros importantes da cidade onde a trupe está de passagem para encenar os seus "truques". O destaque vai para o sempre soberbo e habitual parceiro de Bergman o ator Gunnar Bjornstrand que aqui despeja diálogos muito bem estruturados sobre o papel do artista e o alcance da arte no cidadão comum e a consequência em que a dramaturgia pode levar a desacreditar que é realmente realista, a Ciência e espiritualidade. O Rosto ainda conta com uma bela fotografia e um ótimo roteiro.
Vencedor do Prêmio da Crítica Internacional no Festival de Cinema de Veneza, "O Rosto" é uma das grandes obras do mestre Ingmar Bergman nos anos 50. O genial diretor sueco faz uma fascinante reflexão sobre o embate entre o racionalismo científico e o inexplicável. No elenco, Max von Sydow tem uma das grandes interpretações de sua carreira. Bibi Andersson e Ingrid Thulin brilhando absolutamente esplendorosas no auge da beleza e do talento. Destaque para a impressionante fotografia de Gunnar Fischer.
Vencedor do Prêmio Especial do Juri no Festival de Veneza. O filme tem vários elementos do Sétimo Selo, porém arquitetado de maneira completamente para falar da mesma coisa: fé contra razão e a arte como única maneira de subjugar a escuridão da humanidade. Acho um filme muito subestimado do Bergman, talvez por ter vindo entre obras que são realmente acima da média para qualquer outro filme de qualquer diretor no mundo, então fica difícil competir. Mas achei tudo no filme muito bem orquestrado, e a personagem da avó interpretada por Naima Wifstrand é de longe das mais emblemáticas criadas por Bergman. Um filme leve e denso, que brinca com o equilíbrio da própria natureza humana. Talvez o estranhamento vá para o desfecho, que é um dos menos sombrios de toda a carreira do diretor, diria até acolhedor.
Bergman trás temas interessantes em O Rosto. Como o macabro, o terror, o papel do artista, e o alcance da arte na comunidade. Tem discursoes interessantes no embate do grupo de artistas e membros importantes da cidade onde a trupe está de passagem para encenar os seus "truques". O destaque vai para o sempre soberbo e habitual parceiro de Bergman o ator Gunnar Bjornstrand que aqui despeja diálogos muito bem estruturados sobre o papel do artista e o alcance da arte no cidadão comum e a consequência em que a dramaturgia pode levar a desacreditar que é realmente realista, a Ciência e espiritualidade. O Rosto ainda conta com uma bela fotografia e um ótimo roteiro.
Vencedor do Prêmio da Crítica Internacional no Festival de Cinema de Veneza, "O Rosto" é uma das grandes obras do mestre Ingmar Bergman nos anos 50. O genial diretor sueco faz uma fascinante reflexão sobre o embate entre o racionalismo científico e o inexplicável. No elenco, Max von Sydow tem uma das grandes interpretações de sua carreira. Bibi Andersson e Ingrid Thulin brilhando absolutamente esplendorosas no auge da beleza e do talento. Destaque para a impressionante fotografia de Gunnar Fischer.
Visto em 04.06.2023.
Vencedor do Prêmio Especial do Juri no Festival de Veneza. O filme tem vários elementos do Sétimo Selo, porém arquitetado de maneira completamente para falar da mesma coisa: fé contra razão e a arte como única maneira de subjugar a escuridão da humanidade. Acho um filme muito subestimado do Bergman, talvez por ter vindo entre obras que são realmente acima da média para qualquer outro filme de qualquer diretor no mundo, então fica difícil competir. Mas achei tudo no filme muito bem orquestrado, e a personagem da avó interpretada por Naima Wifstrand é de longe das mais emblemáticas criadas por Bergman. Um filme leve e denso, que brinca com o equilíbrio da própria natureza humana. Talvez o estranhamento vá para o desfecho, que é um dos menos sombrios de toda a carreira do diretor, diria até acolhedor.
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Esse filme explora o lado mistico do Bergman, com pitadas de terror e humor. Bibi Anderson e Ingrid Thulin estavam terrivelmente lindas aqui.