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Data de lançamento
17 Set. 2026Duração
Na Estação Comandante Diniz, na Antártida, a cientista Inês é vítima de um crime brutal. Isolados pelo frio extremo e sem possibilidade de resgate imediato, todos os homens da base se tornam suspeitos – inclusive as patentes mais altas. A subcomandante Elisabeth, então, assume a difícil missão de investigar o ocorrido, enquanto as mulheres da estação se sentem acuadas e precisam se unir para enfrentar o medo, o silêncio e a violência.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Realmente muito frustrante quando a gente vai ao cinema com uma expectativa alta — ainda mais apoiando uma grande produção do cinema nacional — e sai da sala com essa sensação de decepção. O filme Antártida, que acabou de estrear nos cinemas sob a direção de Bruno Safadi e roteiro de Claudia Jouvin.Problemas técnicos e de direção: Quedas de foco e enquadramentos ruins em cenas movimentadas (como a da festa) que quebram totalmente a imersão, dando um aspecto amador à produção. Roteiro expositivo: Diálogos em que os personagens explicam tudo o que está acontecendo ou o que sentem, tirando a naturalidade das atuações. Essa pressa em deixar a mensagem óbvia acaba subestimando a inteligência do espectador.Cenas forçadas: Momentos musicais deslocados (como o do Gero Camilo) muitas vezes servem apenas para tentar criar um alívio ou impacto artificial que não cola. Maniqueísmo e repetição: A escolha de colocar todos os homens estritamente no papel de grandes vilões cria um ambiente de desconfiança previsível e sem nuances, empobrecendo o mistério que o thriller deveria carregar.
Desperdício de talento: A Andréa Beltrão é uma das maiores atrizes do país, mas quando a direção pesa a mão no melodrama e faz a personagem chorar em excesso, cansa o público em vez de gerar empatia.