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Data de lançamento
22 Dez. 1999Duração
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Há quatro anos, o Miami Sharks, do técnico Tony D'Amato, estava no topo. Agora, o time enfrenta muitas dificuldades, o que deixa D'Amato em uma complicada situação, principalmente com Christina Pagniacci, a jovem presidente e coproprietária da equipe. Fora de campo, D'Amato sofre por ter um casamento falido e filhos alienados.
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Oliver Stone criou um personagem ideal para o Al Pacino, onde fez o que mais gosta na atuação: gritar e dar chilique.
Ficava postergando esse filme pela temática de futebol americano, mas dá pra se entreter, mesmo não se interessando pelo esporte e desconhecendo as regras. Gostei da homenagem que fizeram ao Charlton Heston, com sua breve participação e cenas de Ben-Hur intercaladas com o embate entre o Beamen e o técnico.
Mesmo com quase três horas de duração, e com a estória seguindo enquanto os créditos finais sobem na tela, Oliver Stone não consegue tratar todos os temas que o roteiro propõe: racismo, etarismo, dilemas médicos, marias-chuteiras, imprensa, politicagem, prostituição, alcoolismo, entre outros dramas acabam, muitos não resolvidos, e todos preteridos pela trajetória, com excessivo tempo de tela, de ascensão do jogador W. Beamen (Jamie Foxx). O elenco é gigante e bom, mas Cameron Diaz está péssima como a filha rejeitada que vive a sombra do pai, e Al Pacino como o workaholic abandonado pela família já demonstra os maneirismos excessivos que guiariam sua carreira em diante. As cenas de jogos são demasiadas e longas em se tratando de um esporte de interessante estritamente norte-americano (na versão europeia essas cenas são reduzidas), mas são filmadas como batalhas de gladiadores, numa analogia que é obviamente reforçada com as cenas de “Ben-Hur” (1959) exibidas na TV e com a pequena participação de Charlton Heston. (31/10/2025)
Um dos piores filmes que já assisti. Muito longo, chato e mal dirigido. Não recomendo, corram dessa bomba!
Filme muito bem produzido, trazendo de forma realista o que acontece não apenas os bastidores de um time de futebol americano, mas dos esportes coletivos do maneira geral.
Al Pacino no papel de Tony D'Amato mostra bem a realidade de um técnico que está sempre na corda bamba e dependendo do próximo resultado pra manter o emprego. As cenas de motivação durante os intervalos dos jogos são muito convincentes, mostrando a dedicação de alguém que escolhe dedicar a vida ao esporte em tempo integral.
A realidade dos jogadores também é bem retratada tanto pelo Dennis Quaid mostrando a fase final de carreira, como o Jamie Foxx ( interpretando Willie "Steamin" Beamen) mostrando o deslumbramento e arrogância causados pelo estrelato. Por fim a politicagem e ganância dos dirigentes não são esquecidas, simbolizados na personagem da Cameron Diaz.
Além do drama, o filme é impecável na parte técnica com Oliver Stone conseguindo entregar cenas espetaculares e brutalmente realista nas partidas. A sensação realmente é como estar dentro do campo, os sons dos impactos das jogadas chegam a ser assustadores, como no jogo entre os Sharks e o Dallas que mantêm um nível de tensão absurdo até a jogada final.
Então apesar da duração de quase 3 horas, é um filme que merece ser visto. Pra quem curte filmes sobre esportes este é um dos melhores já feitos, justamente por abordar o tema de forma ampla e analisado sob todos os ângulos possíveis.
Curiosidade: Na época houve intenção de se fazer uma continuação envolvendo D'Amato (Al Pacino) treinando os Albuquerque Aztecs, como mencionado no final.
Um filme ok, mas q edição ruim, chega a incomodar