Ela percorre os caminhos da adolescência com coragem para viver seus desejos. E no encontro com o inesperado se coloca a correr, confiante em seus próprios pés.
Tocante e diferenciado por trazer memórias que parecem banais, mas têm muito a dizer. É sobre se esconder e descobrir-se; sobre tristeza e libertação. Gostei muito.
No início, pensei tratar-se de um documentário em primeira pessoa. Apesar de ter-me incomodado com a narração refratária mas inoculativa ("eu não era que nem as outras meninas, eu gostava de azul"), poderia ser interessante acompanhar o percurso de assunção identitária da diretora. Ela preferiu narrar um interlúdio romântico interrompido, mas sem definir bem o que queria de seus atores: a seqüência do karaokê tem muito potencial, mas fica aquém do poderia legar; e o desfecho é frustrante, nem engraçado nem dramático em si. É uma lembrança importante na biografia da realizadora? Ok, tem a sua importância neste sentido. Só não demonstrou-se suficientemente fílmica! (WPC>)
Tocante e diferenciado por trazer memórias que parecem banais, mas têm muito a dizer. É sobre se esconder e descobrir-se; sobre tristeza e libertação. Gostei muito.
No início, pensei tratar-se de um documentário em primeira pessoa. Apesar de ter-me incomodado com a narração refratária mas inoculativa ("eu não era que nem as outras meninas, eu gostava de azul"), poderia ser interessante acompanhar o percurso de assunção identitária da diretora. Ela preferiu narrar um interlúdio romântico interrompido, mas sem definir bem o que queria de seus atores: a seqüência do karaokê tem muito potencial, mas fica aquém do poderia legar; e o desfecho é frustrante, nem engraçado nem dramático em si. É uma lembrança importante na biografia da realizadora? Ok, tem a sua importância neste sentido. Só não demonstrou-se suficientemente fílmica! (WPC>)