Escondido em uma floresta remota, o convento da Adoração é habitado por um grupo de freiras que buscam uma vida pacífica de devoção e disciplina, preenchendo seus dias com nada além de tarefas mundanas e orações. Mas o desejo de uma vida de isolamento é ameaçado quando o presidente Ferdinand Marcos declara a lei marcial e os protestos políticos e o caos começam a se infiltrar em todos os cantos do arquipélago. De repente, as freiras se veem envolvidas em violência e agitação que acabarão por colocar sua fé e consciência à prova.
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Um drama intenso, eu diria.
Gostaria de mais aprofundamento na Irmã Remy, mas não foi uma falha não ter acontecido. O andamento dos acontecimentos teve uma construção interessante e intensa. Ainda estou sentindo aos poucos.
As atrizes são boas, mas é difícil distingüí-las nalgumas seqüências. O roteiro possui ótimas conotações políticas (vide a magistral citação gramsciana do início!), mas perde-se numa indefinição dramática que desperdiça os momentos de dolorosa intensidade (exceto por uma magnífica cena de choro e estapeamento). A definição da personagem Irmã Remy carecia de maior atenção, de maior cuidado e tempo. Há ótimos pontos de partida, mas a diretora (á época, ainda diretor) parece indeciso diante de um material tão promissor... Vale enquanto tentativa, mas soa anódino. (WPC>)