Filme curto e dilaceral, nesse filme acompanhamos a dor de uma mãe ao se despedir lentamente do filho que tem uma doença em estágio terminal. Mas mais do que isso, vemos como ela deixou a chegar a esse ponto para receber o que realmente importava, pois nota-se que ela não aceitava o próprio filho e rejeitava veementemente o namorado, aceito-o só quando tinha pouco tempo com ele. É um filme tocante, com uma bela trilha sonora que serve de alerta para amarmos mais e julgarmos menos, pois a vida é passageira e quanto menos se espera a roda gigante da vida desliga e tudo se acaba. Assistido dia 27 de Abril de 2025.
O filme narra a história de Danny que deixa São Francisco e retorna para a casa de sua família onde passa seus últimos dias, antes de morrer de AIDS. Neste período ele procura se reconectar e resolver antigos conflitos familiares.
O elenco tenta dar alguma profundidade à história através de diálogos bem construídos, mas o filme é muito curto e falta tempo para que o drama emocional dos personagens crie uma conexão mais forte com o público.
Além disso, na época de lançamento uma história baseada em um doente por AIDS certamente deve ter sido mais comovente, mas visto atualmente já não parece tão impactante quanto deveria. Apesar de que o drama mostrado seria semelhante mesmo se mostrasse qualquer outro tipo de doença terminal.
Mas no geral é um bom filme, principalmente por fazer uma abordagem sensível mas sem abusar do sentimentalismo barato que são comuns neste tipo de produção.
Também vale citar que o filme foi a estreia de Christopher Reeve como diretor, logo depois do acidente trágico que sofreu em 1995. A esposa dele, Dana, canta a música "In The Gloaming" durante os créditos e seu filho interpreta o menino na cena de abertura.
P.s: Realmente não dá pra entender o que passa na cabeça de quem faz uma tradução tão aleatória para um título de filme, provavelmente nem assistiu antes...
Curiosidade: Christopher Reeve teve que dirigir a maior parte do filme de uma sala fora do set por meio de monitores de TV e fones de ouvido porque os sons de seu respirador teriam arruinado as gravações de voz dos atores.
Não entendi porque cargas d'água esse filme em português se chama "Armadilha selvagem"???? Enfim, reflexivo, infelizmente tempo de duração não nos permite aprofundar no drama.
Filme curto e dilaceral, nesse filme acompanhamos a dor de uma mãe ao se despedir lentamente do filho que tem uma doença em estágio terminal. Mas mais do que isso, vemos como ela deixou a chegar a esse ponto para receber o que realmente importava, pois nota-se que ela não aceitava o próprio filho e rejeitava veementemente o namorado, aceito-o só quando tinha pouco tempo com ele. É um filme tocante, com uma bela trilha sonora que serve de alerta para amarmos mais e julgarmos menos, pois a vida é passageira e quanto menos se espera a roda gigante da vida desliga e tudo se acaba.
Assistido dia 27 de Abril de 2025.
Achei bonito e tocante. Simples e sereno. Apesar de bem curto, mostrou bem exatamente aquilo que queria mostrar. Não cheguei a me emocionar, talvez
tivesse acontecido no enterro, que não deu tempo de acontecer, com o Paul e a mãe dele numa carga dramática.
O filme narra a história de Danny que deixa São Francisco e retorna para a casa de sua família onde passa seus últimos dias, antes de morrer de AIDS. Neste período ele procura se reconectar e resolver antigos conflitos familiares.
O elenco tenta dar alguma profundidade à história através de diálogos bem construídos, mas o filme é muito curto e falta tempo para que o drama emocional dos personagens crie uma conexão mais forte com o público.
Além disso, na época de lançamento uma história baseada em um doente por AIDS certamente deve ter sido mais comovente, mas visto atualmente já não parece tão impactante quanto deveria. Apesar de que o drama mostrado seria semelhante mesmo se mostrasse qualquer outro tipo de doença terminal.
Mas no geral é um bom filme, principalmente por fazer uma abordagem sensível mas sem abusar do sentimentalismo barato que são comuns neste tipo de produção.
Também vale citar que o filme foi a estreia de Christopher Reeve como diretor, logo depois do acidente trágico que sofreu em 1995. A esposa dele, Dana, canta a música "In The Gloaming" durante os créditos e seu filho interpreta o menino na cena de abertura.
P.s: Realmente não dá pra entender o que passa na cabeça de quem faz uma tradução tão aleatória para um título de filme, provavelmente nem assistiu antes...
Curiosidade: Christopher Reeve teve que dirigir a maior parte do filme de uma sala fora do set por meio de monitores de TV e fones de ouvido porque os sons de seu respirador teriam arruinado as gravações de voz dos atores.
Não entendi porque cargas d'água esse filme em português se chama "Armadilha selvagem"???? Enfim, reflexivo, infelizmente tempo de duração não nos permite aprofundar no drama.
Um drama como precisa ser entregue! Tão 80'tista, que não parece ser de 1997. rsrsrs