Últimas opiniões enviadas
A cena ao som de Elza Soares provavelmente nunca vai sair da minha cabeça. A qualidade da produção é impressionante, digna de algo como Chernobyl, da HBO.
A própria história já carrega um peso enorme e se sustenta sozinha. O que achei mais importante foi justamente a forma como fica evidente que a população não tem culpa por ter manipulado o material. Trata-se de uma falha grave de responsabilidade: negligência no descarte, falta de controle e ausência de informação adequada por parte do governo e das instituições responsáveis.
Estamos falando de pessoas pobres, periféricas e sem acesso ao conhecimento necessário para entender o risco. Diante disso, é totalmente compreensível o fascínio por algo azul e brilhante encontrado no meio do lixo. A tragédia do Acidente com Césio-137 em Goiânia escancara isso. E o mais inquietante é perceber que, seja em 1987 ou em 2026, ainda corremos o risco de ver algo parecido acontecer.
Últimos recados
muito alto mesmo! *--*
siiim! BH é bão demais!
Bem vindo amigão! Achei massa a semelhança hehehe
Tamo ae na pareria, vamo q vamo nos filmes!
Fala tuuuuu
Mais um caso clássico de queerbaiting disfarçado de representatividade. O filme tenta atrair o público gay com as protagonistas, mas o marasmo toma conta quando a trama decide focar, na verdade, em um romance hétero sem sal (Zzzzz...). Uma pena. Poderia ter sido uma obra linda e necessária sobre as dificuldades e felicidades de um amor genuíno entre duas mulheres de vidas "formadas", mas preferiu ir pelo caminho mais seguro e decepcionante.