Danilo Oliveira
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Últimas opiniões enviadas

  • Danilo Oliveira
    3 dias atrás

    O livro de Patricia Highsmith e o filme Plein Soleil (1960) com Alain Delon diferem bastante: o romance é mais sombrio e ambíguo, enquanto o filme suaviza certos aspectos e introduz mudanças para se adequar ao cinema francês da época. A principal inovação do filme foi dar um desfecho moralizante, punindo

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    Ripley

    , ao contrário do livro, em que
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    ele escapa impune.

    Filme interessante, até o primeiro metade acerta demais....porém depois se enrola:
    No livro:

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    o testamento é uma peça central da manipulação de Ripley, garantindo-lhe a fortuna.

    No filme:

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    o testamento falsificado existe, mas a narrativa faz parecer que Marge também é contemplada. Essa mudança não é coerente com a falsificação mostrada, mas serve para reforçar o contraste entre Ripley (o impostor) e Marge (a inocente), além de preparar o desfecho moralizante em que Ripley é desmascarado.

    Em outras palavras, o filme não quis dar a

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    Ripley

    a vitória total. Mesmo que ele falsifique o documento, a trama se ajusta para que
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    Marge

    não saia de mãos vazias, criando um “contrapeso moral” e tornando a punição final de
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    Ripley

    mais aceitável para o público da época, mas faz isso em detrimento da lógica!

    É necessário destacar que o filme esteticamente acerta bastante com a luz mediterrânea e a figura do galã de Delon para criar um suspense elegante e charmoso, com um personagem com características de camaleão, muito mais sagaz e seguro que o Ripley do livro deveras vacilante, cheio de traumas que nao combinam com a persona fria e calculista do personagem. O Ripley de Alain Delon é assertivo, persuasivo e convincente.

    Em resumo: Filme bem intencionado, vale muito a pena, em alguns momentos supera o livro mas o final é pouco consistente. Alain Delon carrega o filme nas costas mas direção/roteiro tem muitos tropeços.

  • Danilo Oliveira
    1 mês atrás

    A pergunta que não quer calar:

    E ai, o psiquiatra deu uns pega na

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    Lydia Peckham (Lila) ou na mulher do Hermann Göring (Emmy)

    ?

  • Danilo Oliveira
    1 mês atrás

    que zueira longa e superestimada

  • Danilo Oliveira 1 ano atrás

    Nouvelle Vague

    - Acossado
    - Jules e Jim
    - O demonio das onze Horas
    - O Desprezo
    - Os incopreendidos

  • Danilo 2 anos atrás

    Fala comigo Xará, bom demais? :)

  • Danilo 2 anos atrás

    Um xará com bom gosto de filmes, a gente precisa manter por perto hehehe