"é muito HIT e pouco filme pique HITCHCOCK!" (A Pior Musica Do Ano - Froid part Djonga)
Movie-addict, out of treatment ^^
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O livro de Patricia Highsmith e o filme Plein Soleil (1960) com Alain Delon diferem bastante: o romance é mais sombrio e ambíguo, enquanto o filme suaviza certos aspectos e introduz mudanças para se adequar ao cinema francês da época. A principal inovação do filme foi dar um desfecho moralizante, punindo
Ripley
ele escapa impune.
Filme interessante, até o primeiro metade acerta demais....porém depois se enrola:
No livro:
o testamento é uma peça central da manipulação de Ripley, garantindo-lhe a fortuna.
No filme:
o testamento falsificado existe, mas a narrativa faz parecer que Marge também é contemplada. Essa mudança não é coerente com a falsificação mostrada, mas serve para reforçar o contraste entre Ripley (o impostor) e Marge (a inocente), além de preparar o desfecho moralizante em que Ripley é desmascarado.
Em outras palavras, o filme não quis dar a
Ripley
Marge
Ripley
É necessário destacar que o filme esteticamente acerta bastante com a luz mediterrânea e a figura do galã de Delon para criar um suspense elegante e charmoso, com um personagem com características de camaleão, muito mais sagaz e seguro que o Ripley do livro deveras vacilante, cheio de traumas que nao combinam com a persona fria e calculista do personagem. O Ripley de Alain Delon é assertivo, persuasivo e convincente.
Em resumo: Filme bem intencionado, vale muito a pena, em alguns momentos supera o livro mas o final é pouco consistente. Alain Delon carrega o filme nas costas mas direção/roteiro tem muitos tropeços.