Baseado nas memórias de infância do diretor, como estudante na Escola Kew-Forest, no Queens. Uma grande história de amadurecimento que explora amizade e lealdade, no contexto de uma América do Norte pronta para eleger Ronald Reagan como presidente.
Pelo elenco e pela proposta do filme, quem vê acha que vai ser um bom filme, aí só assistindo mesmo para firmar uma opinião. Para mim foi um filme fraco, o personagem é irritante, o foco da amizade e o choque de realidades é interessante. Mas, o filme cria uma expectativa e não toma rumo algum, no fim foram apenas bons diálogos.
Armageddon Time é um retrato sensível e melancólico da infância e das injustiças sociais, mas se perde em sua própria fragmentação. A trama tenta trazer dilemas morais e experiências de preconceito que o filme mal consegue explorar plenamente. Anthony Hopkins brilha como avô, oferecendo momentos de calor humano e clareza em meio à escuridão do enredo, enquanto Anne Hathaway aparece pouco, deixando uma sensação de potencial desperdiçado. A narrativa tenta abordar racismo, privilégio e desigualdade, mas de forma dispersa, tornando difícil conectar-se com a história. Visualmente, a constante escuridão reforça o clima opressivo, mas cansa o olhar. No fim, o filme tenta trabalhar detalhes e intenções, mas frustra na construção do conjunto, deixando uma sensação de amadurecimento incompleto e expectativas não cumpridas.
Como eu gosto dos filmes do Gray. É sempre tudo muito bem dirigido, muito bonito. O protagonista é ótimo. Irritante, e crível em igual medida. Adorei o Hopkins e o Jeremy Strong. Deve ser muito doido ter crescido proximo do império bizarro dos Trump
Pelo elenco e pela proposta do filme, quem vê acha que vai ser um bom filme, aí só assistindo mesmo para firmar uma opinião. Para mim foi um filme fraco, o personagem é irritante, o foco da amizade e o choque de realidades é interessante. Mas, o filme cria uma expectativa e não toma rumo algum, no fim foram apenas bons diálogos.
Armageddon Time é um retrato sensível e melancólico da infância e das injustiças sociais, mas se perde em sua própria fragmentação. A trama tenta trazer dilemas morais e experiências de preconceito que o filme mal consegue explorar plenamente. Anthony Hopkins brilha como avô, oferecendo momentos de calor humano e clareza em meio à escuridão do enredo, enquanto Anne Hathaway aparece pouco, deixando uma sensação de potencial desperdiçado. A narrativa tenta abordar racismo, privilégio e desigualdade, mas de forma dispersa, tornando difícil conectar-se com a história. Visualmente, a constante escuridão reforça o clima opressivo, mas cansa o olhar. No fim, o filme tenta trabalhar detalhes e intenções, mas frustra na construção do conjunto, deixando uma sensação de amadurecimento incompleto e expectativas não cumpridas.
Chato e não faz meu tipo (protagonista coming of age)
Desisti nos 30min
Como eu gosto dos filmes do Gray. É sempre tudo muito bem dirigido, muito bonito.
O protagonista é ótimo. Irritante, e crível em igual medida.
Adorei o Hopkins e o Jeremy Strong.
Deve ser muito doido ter crescido proximo do império bizarro dos Trump
Boa fotografia, trilha sonora, e ambientação