Série fenomenal apesar da capa, pouco atrativa, rs. A atuação de Andréia Horta é o ponto alto pra mim, além do bloco do passado, tudo aquilo mexe muito com quem vivenciou a vida do campo no Brasil, seja da forma que for.
O meio da série é um pouco vago, não dá muita abertura pra entender tão bem a dinâmica dos irmãos, mas na reta final a compreensão se faz valer através da música e da qualidade técnica das cenas, digo isso sendo zero fã de música sertaneja, mas que no fim, não conseguiu não cantar e se emocionar no final, muito danados esse pessoal da direção.
É uma série interessante, com um sentimento nostálgico gigantesco, boas atuações, mas pouco atrativa no roteiro, que é cansativo, sem foco e na reta final, confuso. _________________________________________
Andréia Horta estava FENOMENAL nessa série, um primor do começo ao fim, sendo um dos pontos principais da série.
Todos os outros atores também estavam muito bons, o Felipe Simas conseguiu retratar muito bem os trejeitos do Xororó _________________________________________
Porém, a reta final da série, a partir do episódio 5, perde muito o ritmo narrativo, acaba trazendo umas histórias e situações desinteressantes, umas passagens de tempo avulsas e sem muitas explicações, parece que aceleraram pra finalizar de uma vez.
Não digo que foi uma série ruim, mas senti que o direcionamento do que foi contado foi bem desinteressante, vale mais pela memória afetiva que se tem do Chitãozinho e Xororó do que pela série em si. _________________________________________
Coloquei no Globoplay pra minha mãe ver, mas foi impossível não me envolver nessa história. Muito bom! Acho que o final deixou um pouco a desejar mostrando só um momento do show, mas o caminho até lá valeu a pena
Série que entrega o que propõe. Achei interessante conhecer a história da dupla.
Boa surpresa!
Os irmãos Simas estão ótimos e Andreia Horta tb.
Impossível não cantar junto na cena final. IM PO SSI VEL
Série fenomenal apesar da capa, pouco atrativa, rs. A atuação de Andréia Horta é o ponto alto pra mim, além do bloco do passado, tudo aquilo mexe muito com quem vivenciou a vida do campo no Brasil, seja da forma que for.
O meio da série é um pouco vago, não dá muita abertura pra entender tão bem a dinâmica dos irmãos, mas na reta final a compreensão se faz valer através da música e da qualidade técnica das cenas, digo isso sendo zero fã de música sertaneja, mas que no fim, não conseguiu não cantar e se emocionar no final, muito danados esse pessoal da direção.
É uma série interessante, com um sentimento nostálgico gigantesco, boas atuações, mas pouco atrativa no roteiro, que é cansativo, sem foco e na reta final, confuso.
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Andréia Horta estava FENOMENAL nessa série, um primor do começo ao fim, sendo um dos pontos principais da série.
Todos os outros atores também estavam muito bons, o Felipe Simas conseguiu retratar muito bem os trejeitos do Xororó
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Porém, a reta final da série, a partir do episódio 5, perde muito o ritmo narrativo, acaba trazendo umas histórias e situações desinteressantes, umas passagens de tempo avulsas e sem muitas explicações, parece que aceleraram pra finalizar de uma vez.
Não digo que foi uma série ruim, mas senti que o direcionamento do que foi contado foi bem desinteressante, vale mais pela memória afetiva que se tem do Chitãozinho e Xororó do que pela série em si.
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Nota: 7.0/10
Coloquei no Globoplay pra minha mãe ver, mas foi impossível não me envolver nessa história. Muito bom! Acho que o final deixou um pouco a desejar mostrando só um momento do show, mas o caminho até lá valeu a pena