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Duração
Winfried (Peter Simonischek) é um senhor que gosta de levar a vida com bom humor, fazendo brincadeiras que proporcionem o riso nas pessoas. Seu jeito extrovertido fez com que se afastasse de sua filha, Ines (Sandra Hüller), sempre sisuda e extremamente dedicada ao trabalho. Percebendo o afastameto, Winfried decide visitar a filha na cidade em que ela mora, Bucareste. A iniciativa não dá certo, resultando em vários enfrentamentos entre pai e filha, o que faz com que ele volte para casa. Tempos depois, Winfried ressurge na vida de Ines sob o alter-ego de Toni Erdmann, especialista em contar mentiras bem-intencionadas a todos que ela conhece.
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Ao final, Ines deixa a empresa que vinha adiando sua promoção e parte para Singapura, mas aprende a preservar o senso de humor e a valorizar os laços familiares. Rá!
Veja bem! Não é que eu não tenha gostado do filme. Peter Simonischek e Sandra Hüller estão excepcionais em seus papéis, os diálogos são excelentes e a direção alcança momentos de grande delicadeza. Mas, se é para fazer um filme sobre um pai tentando salvar a filha por reconhecer nela a ausência de uma busca, eu prefiro “Valor sentimental”. Se é para fazer um filme sobre uma personagem que sonha com uma vida autocentrada e cosmopolita, mas acaba se sentindo abandonada e sozinha (para citar a canção de Whitney Houston), eu prefiro “Amor sem escalas”.
O que me incomodou em “Toni Erdmann” foi que, assim como Jason Reitman, Maren Ade procura criticar a interiorização da lógica neoliberal e evidenciar como ela conduz à desintegração do tecido social. No entanto, a obra acaba reforçando justamente aquilo que pretende criticar. Tudo se passa como se só existissem famílias e indivíduos, como apregoava Margaret Thatcher. Diante do desmantelamento do mundo da vida, a única resposta que parece conseguir imaginar é: “mantenha o bom humor”.
Ótimas atuações, principalmente a Sandra Hüller. Não parece ser tão longo quanto é.
Até que enfim assisti. Mas também nunca mais.
que absurdo de bom
e Sandra Hüller simplesmente pode tudo
O Personagem principal é uma figura curiosa,mas o filme não anda e é cansativo.