Marianne Danielle está viajando pelo Leste Europeu a fim de assumir o cargo de professora de francês em uma escola para moças na Transilvânia, agora livre da ameaça do Conde Drácula. Ela não é muito bem recebida pelos locais e acaba sendo acomodada no castelo da Baronesa Meinster, onde conhece o filho da nobre, que vive acorrentado à parede. Com pena do jovem, Marianne decide libertá-lo sem desconfiar que ele é um vampiro. Para sorte dela, o Doutor Van Helsing está por perto e promete por fim à vida de mais esse ser das trevas.
Continuação de "O Vampiro da Noite" (1958).
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Ganhei um 'box' com vários DVDs relacionados ao personagem Drácula, na vertente histórica da Hammer. O curioso, neste caso em particular, é que, apesar do título original, Drácula é mencionado como morto, de modo que o vilão, aqui, não tem nada a ver com ele, ainda que seja igualmente contrabalançado por Abraham van Helsing. Para apreciar devidamente tais obras, portanto, convém aceitar as regras específicas da empresa produtora, sem comparar os filmes com as convenções de outras feituras. Daí, entregar-se à diversão. De minha parte, o filme não funcionou tanto: gosto da direção de arte, das relações entre as pessoas, do fascínio próprio trazido pela diegese. Mas, em termos roteirísticos, é tudo muito previsível, e é sempre muito fácil matar o vampiro, que teme os crucifixos (até mesmo as suas sombras) de maneira exagerada. Por conta disso, o ritmo fica modorrento, chato mesmo. Porém, diverte, ficamos querendo saber o que acontece... Verei mais. Soube que os neo-macmahonistas amam o Terence Fisher! (risos) - WPC>
Começa muito bem, mas vai deixando de ser interessante no final
Acaba sendo um bom filme, com uma primeira meia hora incrível, com uma boa história e ambientação mas que, em seguida, vai decaindo em sua qualidade, se segurando unicamente pela presença de Peter Cushing, que luta e corre com um desespero que nos convence da urgência da cena.
Um atrativo mediano, não é ruim, mas também não é bom, mas também não é indispensável, da pra relevar.
Revisto em 12/2024, o filme têm aquele clima clássico da Hammer, visual gótico, cores e tom sombrio, possui defeitos mas o carisma de Peter Cushing garante uma ótima diversão para fãs de filmes clássicos de terror, lembro que vi a primeira vez num corujão dos anos 80, claro que Christopher Lee faz falta, a presença dele daria ainda mais peso no personagem, e o embate com Cushing seria sensacional, o final é excelente.