Hecuba e as outras mulheres troianas tem sua cidade destruída pelos Gregos. Elas são informadas que tem que se casar com gregos, mas a filha de Hecuba não aceita isso, já que jurou aos deuses viver como uma virgem.
“THE TROYAN WOMEN” 1971 (“AS TROYANAS”), do diretor Michael Cacoyannis (diretor das emblemáticas Electra” e “Zorba, o grego”), estrelado por Katharine Hepburn (Hécuba), Vanessa Redgrave (Andrômaca), Irene Papas (Helena, melhor atriz premiada por National Board of Review), Geneviève Bujold (Casandra), Patrick Magee (Menelao) e Brian Blessed (Talthybi Música: incrível banda sonora de Mikis Theodorakis (amigo de Cacoyannis) e a voz particular de Maria Farantouri (cantora grega de renome universal além de uma ativista política e cultural comprometida). Baseado na obra de Eurípides, esta fita trata da destruição de Tróia na Grécia antiga em vingança pela morte de Aquiles onde as mulheres troianas em sua solidão e desamparo pela morte de suas famílias; pais, maridos, filhos, netos, serão destinadas à escravidão e levadas às cortes dos príncipes gregos, também mostra a tirania da guerra que de forma desmesurada arremetia contra os mais frágeis; crianças, mulheres e idosos ensombrando ainda mais o confronto campal. Uma das grandes tragédias gregas no seu formato original de peça teatral, aqui a vemos numa adaptação cinematográfica muito bem representada por estas grandiosas e sólidas atrizes.
Assisti a esse filme por causa das minhas divas Katharine Hepburn e Vanessa Redgrave. <3 O filme mesmo vale mais a pena pelo elenco, pois é um pouco arrastado e sem impacto, as outras 2 partes da trilogia chamam mais atenção.
É um filme um pouco arrastado, no entanto bem fiel à obra e realmente o início principalmente parece um teatro. Indico pra quem gosta de mitologia grega.
A história e esse elenco feminino cheio de talento e garra torna o filme um bom espetáculo, especialmente Katharine Hepburn e Vanessa Redgrave, expressivas e marcantes como sempre.
“THE TROYAN WOMEN” 1971 (“AS TROYANAS”), do diretor Michael Cacoyannis (diretor das emblemáticas Electra” e “Zorba, o grego”), estrelado por Katharine Hepburn (Hécuba), Vanessa Redgrave (Andrômaca), Irene Papas (Helena, melhor atriz premiada por National Board of Review), Geneviève Bujold (Casandra), Patrick Magee (Menelao) e Brian Blessed (Talthybi Música: incrível banda sonora de Mikis Theodorakis (amigo de Cacoyannis) e a voz particular de Maria Farantouri (cantora grega de renome universal além de uma ativista política e cultural comprometida).
Baseado na obra de Eurípides, esta fita trata da destruição de Tróia na Grécia antiga em vingança pela morte de Aquiles onde as mulheres troianas em sua solidão e desamparo pela morte de suas famílias; pais, maridos, filhos, netos, serão destinadas à escravidão e levadas às cortes dos príncipes gregos, também mostra a tirania da guerra que de forma desmesurada arremetia contra os mais frágeis; crianças, mulheres e idosos ensombrando ainda mais o confronto campal. Uma das grandes tragédias gregas no seu formato original de peça teatral, aqui a vemos numa adaptação cinematográfica muito bem representada por estas grandiosas e sólidas atrizes.
Assisti a esse filme por causa das minhas divas Katharine Hepburn e Vanessa Redgrave. <3 O filme mesmo vale mais a pena pelo elenco, pois é um pouco arrastado e sem impacto, as outras 2 partes da trilogia chamam mais atenção.
Um dos melhores filmes sobre a guerra de Tróia.
É um filme um pouco arrastado, no entanto bem fiel à obra e realmente o início principalmente parece um teatro. Indico pra quem gosta de mitologia grega.
A história e esse elenco feminino cheio de talento e garra torna o filme um bom espetáculo, especialmente Katharine Hepburn e Vanessa Redgrave, expressivas e marcantes como sempre.