Gregório é um tatuador obcecado por Astaroth, uma entidade demoníaca à espreita nas sombras com promessas de desejo e prazer. Com a arte da tatuagem e seu conhecimento misterioso, ele pretende resgatá-la das brumas do esquecimento e trazê-la ao mundo da carne.
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A trilha sonora é boa e a fotografia nem é muito ruim, claramente tem muita trasheira e as atuações são beeem fraquinhas. Bom pra date!
É absolutamente irrelevante que a minha cotação para este filme seja baixa, no sentido de que a configuração 'trash' é intencionalmente buscada: curti muito o que foi visto aqui, de modo que recomendo bastante esta produção, a audácia da diretora, a exposição das contradições do universo metaleiro, a divulgação de bandas que colaboraram na produção, a exposição justificada pelo "lugar de fala" da direção da nudez feminina... Há inúmeros problemas técnicos, claro (as interpretações capengas, o roteiro que não sabe direito o que fazer com o enredo terrorífico), mas o que e chama a atenção é justamente como a evocação demoníaca surge, visto que, para aquelas pessoas, não deveria ser algo positivo - e não meramente fetichizado? Em seus erros e tropeços, o filme não apenas nos diverte como nos leva a debater estereótipos grupais e falácias discursivas, além de ser o produto de um esforço aplaudível de camaradagem nas bordas do cinema industrial subdesenvolvimentista. Apreciei bastante saber da existência deste filme e faço questão de recomendá-lo e divulgá-lo. Por mais que o sobejo de anglofilia tenha me incomodado! (WPC>)
Cruzes 🆘🚫
- daqueles filmes tão ruins que ficam bons
- mentira, não chega a ser bom, mas eu ri demais de tão ruim que é e isso já vale alguma coisa
- maquiagem e atuações péssimas, mas a garota ninja salva o filme, adorei
é tão tosco que é bom kkkkkkkkkkkkkkkk