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Data de lançamento
9 Julho 2026Duração
Ana retorna ao casarão que herdou de sua mãe, a ex-vedete Narcisa. Atormentada por uma maldição ancestral e memórias de uma relação tóxica, ela inicia um sombrio processo de limpeza que revela que a vontade de Narcisa é ainda mais forte que a sua.
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eu nem reconheci a Rosamaria Murtinho, a fragilidade dela na cena final me pegou demais, um nó garganta se parar eu pensar nessa cena
Gostei
é mais um drama que terror, quase chorei no final
IMPRIMATUR - visto no cinema:
É um filme cujo final não me convenceu por completo. Ele consegue manter a curiosidade, só que aos poucos vai se dissipando porque a dramaticidade oculta seria seu ponto em questão... sobre luto, memórias e uma personagem central cheia de mágoas (sem justificativa aparente) - a obra dá espaço para a contemplação solitária do espectador que vai de encontro com o estado lírico, por conta da ideia da maternidade/descendência, e não por um direcionamento eficiente dos diretores. A Paolla Oliveira até que foi compentente, mas esperei um pouco mais dessa proposta de autoconhecimento derivada por um encontro com a ancestralidade.
Avaliação em nota: 6.5
- se vende e até começa como um terror psicológico, tem boas cenas bem sinistras e de susto
- mas não demora a realmente mostrar a que veio, um drama de superação do luto e aceitação, de si e da familia
- paolla oliveira entrega muito na personagem principal, cheia de mistério e amarguras
Eu assisti ele no Festival do Rio, eu achei muito interessante, enredo minimamente curioso, só que no fim o filme se trata mais de um drama sobre superação de luto e o saber lidar com a solidão, do que um terror ou suspense. Ele ainda flerta com um thriller psicológico, mas talvez nem isso chegue a ser. Mas, gosto da ideia do cinema brasileiro estar cada vez mais explorando esse gênero e bem, gostei da entrega e da atuação da Paolla Oliveira também.