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Data de lançamento
3 Abril 1983Duração
Os amigos Dedé, Mussum e Zacarias, integram a Suate, uma força especial de proteção ao cidadão, mas armam mais confusão do que solucionam os problemas. São expulsos da corporação, mas acabam sendo reintegrados como heróis, depois de salvar a noiva do comandante, sequestrada por bandidos.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Achei bastante confuso. Mas é muito bom ver esses personagens.
Genial o Mussum dizendo "Vagabundis"!😂😂😂😂😂
E em outra parte do filme que o Dedé fala:
"Eu queria me alistar na polícia feminina! E o Zacarias diz:
Ué, mas você é homem! E o Dedé responde: "Por isso mesmo idiota!"😂😂😂😂😂😂
O polemico filme sem o Didi.
Sofrível demais, os tres estavam totalmente apagados e quem brilhou no filme todo foi a Lucinha Lins.
A dura, porém necessária, verdade é que o público fã dos trapalhões é bastante condescendente com Atrapalhando a Suate. O filme tem muitos, muitos problemas mesmo. Não me levem a mal, eu sou um grande crítico do protagonismo exagerado do Didi, mas aqui ele fez muitíssima falta. E não só como ator, mas como produtor e roteirista também. E a culpa disso é dos próprios envolvidos.
Ora bolas, a estrutura do roteiro é a mesma das outras obras, só que mal executada. Cenas nonsense envolvendo o trio, casal "sério" entre encontros e desencontros, e músicas aleatórias guiam a história. Só que aqui não há uma figura central cômica. O medo da DeMuZa de simplesmente substituir um protagonista (Didi) por um outro do trio engessou a performance dos três. Ok, briga de egos. Mas que colocassem equilibradamente os caras como reais protagonistas, e para isso não tinha outro jeito, tinha que ter mais diálogos e exigir mais atuações. Dedé, Mussum e Zacarias são coadjuvantes do próprio filme. A Lucinha Lins tem mais presença em cena dos que os três. Como ninguém percebe esse absurdo? Tudo bem, a Lucinha é ótima, é foi uma ótima adição ao elenco, algo que já havia demonstrado em Os Saltimbancos Trapalhões, mas não era ela o chamariz da película.
E a culpa é de quem? Eu não duvido do talento artístico do trio. Anos depois eles fizeram Os Trapalhões no Auto da Compadecida, e provaram que mandam muito bem quando saem da zona de conforto. Mas fica claro a falta de ambição artística. O Renato falhava em produzir filmes ambiciosos, que se propusessem a ser mais do que um sucesso de bilheteria, mas ao menos tinha um tino mínimo para o negócio. A grande questão é que a empreitada não foi proveitosa, nem do ponto de vista artístico, nem do ponto de vista financeiro (Renato sabia produzir e distribuir). Logo depois o grupo faz as pazes, para a alegria do público. Infelizmente o protagonismo do Didi continuou como dantes (com a exceção do Auto da Compadecida), e a DeMuZa não pode se impor (ou não quis?) nas negociações de mais equilíbrio nos filmes. Uma pena.