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33Número de Fãs

Nascimento: 10 de Fevereiro de 1926 (67 years)

Falecimento: 26 de Outubro de 1993

Rio de Janeiro, Brasil

foi um humorista brasileiro, célebre por suas participações no programa "Os Trapalhões". Com sotaque característico, era conhecido pelo bordão "Ih, Nojento, tcham!".

Na década de 1960, trabalhou com Ari Barroso, no Programa "Show do Gongo" (TV Rio), onde ao comando de Ari, gongava as pessoas.
Ficou nacionalmente conhecido no programa humorístico Balança mas Não Cai, como o "crioulo difícil" ao lado da atriz Marina Miranda, a "crioula difícil". Tião Macalé era personagem de poucas falas, tendo inclusive alguma dificuldade na articulação das palavras, fato que aumentava ainda mais a sua eficiente performance como humorista[carece de fontes]. A sua presença física como personagem era de extrema comicidade e o seu humor ingênuo, saudável e hilário.
Estreou no cinema em 1970, no filme Os Caras de Pau, mas a grande base de trabalho é o programa Os Trapalhões.
Em 1988 e 1989 sua fama atingiu proporções maiores quando fez vários comerciais de paródias cômicas para a extinta rede de supermercados Disco. Em 1989, inclusive, atuou como garoto-propaganda na campanha do candidato Affonso Camargo Neto à Presidência da República.
Tião Macalé também foi garoto-propaganda do achocolatado Toddy. Naquela época os comerciais eram realizados "ao vivo" e na hora de misturar o leite com o Toddy, Tião notou que o misturador no fundo estava com ferrugem. Mesmo assim, o Toddy foi colocado no copo, e o Tião tomando fez um cara feia. Neide Aparecida perguntou: "E aí Tião tá bom?", e Tião respondeu: "Toddy é gostoso até sem açúcar!!!"
Torcedor do Fluminense e assíduo frequentador dos estádios, Tião chegou a passar mal em 2 partidas do time carioca, antes de sofrer seu primeiro derrame. Entusiasta do futebol, organizava, treinava e às vezes arbitrava um time de futebol chamado Dínamo, na altura da rua Santa Clara, em Copacabana, Rio de Janeiro, de onde foi morador por muitos anos. Detestava o Flamengo e ficava furioso se alguém assoviasse o Hino do Flamengo, dizendo uma série de palavrões. Era um personagem tipicamente carioca, querido de todos e sempre de excelente humor - por vezes um tanto etílico.
No final de 1992 sofreu um derrame e passou a trabalhar com dificuldade. Faleceu em 26 de outubro de 1993, aos 67 anos de idade, vítima de infecção pulmonar, em São José do Rio Preto.