- na hora que eu vi que o protagonista do filme também era o diretor eu entendi tudo - só assim mesmo pra ele ser escolhido para o papel, ator muito fraco, sem graça e sem carisma - filme também é bem bobo e sem muito nexo
é um filme bastante bobo em vários aspectos mas discordo que seja mal dirigido. há cenas com enquadramentos e uso de câmera muito interessantes, principalmente às do consultório com o hugo bidet. o filme brinca com uma estrutura de começar no final e mostrar o desenvolvimento até chegar ao final novamente e foi uma escolha que sinceramente não muda muita coisa, inclusive o mossy usou isso melhor no manicures à domicílio (1978) é aquele tipo de humor que até dá pra achar engraçado em alguns momentos mas não a ponto de dar risada. talvez a coisa mais interessante do filme seja a relevância de fazer referência ao exorcista, que estreou um ano antes no brasil e foi um sucesso. muita coisa (ou praticamente o filme inteiro) envelheceu mal, como basicamente tudo que o mossy fez
Apesar de ser um filme curtíssimo, é difícil de suportá-lo até o final: que sub-roteiro pútrido, um acúmulo de seqüências de humor mais que óbvio e sem erotismo algum. Carlo Mossy até que demonstrou talento como diretor noutros filmes, mas, aqui ele decepciona totalmente. A canção-tema até que é divertida, mas pessimamente utilizada. Chega a ser pior que as neo-pornochanchadas da Globo Filmes. Leva um décimo por causa das piadas citacionais com títulos de outras pornochanchadas da época, mas é muito, muito ruim, uma conjunção de fragmentos machistas desengonçados e mal-alinhavados. Horrendo! (WPC>)
- na hora que eu vi que o protagonista do filme também era o diretor eu entendi tudo
- só assim mesmo pra ele ser escolhido para o papel, ator muito fraco, sem graça e sem carisma
- filme também é bem bobo e sem muito nexo
Assisti em 25/11/1981, sexta, no canal 5 (hoje SBT), em Sessão Proibida.
é um filme bastante bobo em vários aspectos mas discordo que seja mal dirigido. há cenas com enquadramentos e uso de câmera muito interessantes, principalmente às do consultório com o hugo bidet.
o filme brinca com uma estrutura de começar no final e mostrar o desenvolvimento até chegar ao final novamente e foi uma escolha que sinceramente não muda muita coisa, inclusive o mossy usou isso melhor no manicures à domicílio (1978)
é aquele tipo de humor que até dá pra achar engraçado em alguns momentos mas não a ponto de dar risada. talvez a coisa mais interessante do filme seja a relevância de fazer referência ao exorcista, que estreou um ano antes no brasil e foi um sucesso. muita coisa (ou praticamente o filme inteiro) envelheceu mal, como basicamente tudo que o mossy fez
Apesar de ser um filme curtíssimo, é difícil de suportá-lo até o final: que sub-roteiro pútrido, um acúmulo de seqüências de humor mais que óbvio e sem erotismo algum. Carlo Mossy até que demonstrou talento como diretor noutros filmes, mas, aqui ele decepciona totalmente. A canção-tema até que é divertida, mas pessimamente utilizada. Chega a ser pior que as neo-pornochanchadas da Globo Filmes. Leva um décimo por causa das piadas citacionais com títulos de outras pornochanchadas da época, mas é muito, muito ruim, uma conjunção de fragmentos machistas desengonçados e mal-alinhavados. Horrendo! (WPC>)
Eu gosto dos filmes do Carlo Mossy, mas esse é bem fraquinho. É uma pena, pois tem um ótimo elenco.