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Data de lançamento
26 Nov. 2003Duração
Willie T. Stokes (Billy Bob Thornton) é um Papai Noel bastante diferente. Durante as festas de fim de ano Willie trabalha em lojas de departamento, juntamente com Marcus (Tony Cox), um anão que se veste de duende no período. A dupla possui um golpe que é aplicado ano após ano: trabalham na loja no período natalino, descobrem seu sistema de alarme e, na véspera de Natal, a assaltam. Após vários anos de sucesso, o plano é ameaçado pelo atual estado de Willie, que bebe cada vez mais e não faz o menor esforço para ser gentil com as pessoas. Por causa de sua conduta a dupla passa a ser o alvo da desconfiança de Bob Chipeska (John Ritter), o gerente da loja em que trabalham, e de Gin (Bernie Mac), o responsável pela segurança da loja.
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Tem seus altos e baixos. Bom entretenimento.
A nota se deve mais ao meu estádo anímico com filmes de comédia do que pelo filme em si.
Humor desconcertante, filme ácido e divertido demais, eu não imaginava que fosse tão da horaa
Já perdi as contas de quantas vezes vi, faz 1 ano e dois dias desde que assisti pela ultima vez. Praticamente em toda época de natal o assisto. Um dos meus filmes de comédia preferidos e o melhor de natal que já vi. Billy Bob Thornton tá incrível, um bêbado desgraçado e pessimista. o personagem mirim deixa tudo melhor com sua inocência. Visto pelo ok em 24/25/12/25 01:10.
Bad Santa 2003, lançado no Brasil como Papai Noel às Avessas, é um filme politicamente incorreto demais para ser natalino, porém tem suas qualidades.
Billy Bob Thornton (Billy Bob Thornton) entrega uma atuação muito segura e confortável dentro da proposta do personagem. Willie é sujo, amargo, desprezível e, ao mesmo tempo, patético, e Thornton consegue sustentar esse equilíbrio sem transformar o personagem em uma simples caricatura, o que dá base para a dinâmica com os demais personagens ao longo do filme.
Tony Cox (Tony Cox) tá muito bem em seu papel, e a química entre ele e Willie é ótima, sustentando boa parte do humor ácido do filme. A relação dos dois funciona justamente pelo contraste e pela parceria torta que constroem, rendendo alguns dos momentos mais engraçados e cínicos da obra. Lauren Graham (Lauren Graham) faz uma aparição interessante, com uma personagem que foge um pouco do óbvio dentro desse universo tão cínico.
Vale comentar também a curta participação de John Ritter (John Ritter), que acaba sendo marcante justamente por isso. Ele faleceu durante as filmagens, em decorrência de problemas de saúde, e o filme é dedicado à sua memória.
O fato de seu personagem “sumir” da narrativa está diretamente ligado à sua doença e posterior morte,
Outro destaque é a atuação do sempre competente Bernie Mac (Bernie Mac), que interpreta um chefe autoritário, grosseiro e totalmente sem paciência, funcionando quase como uma força opressora dentro da história. Ele é ríspido, exagerado e claramente feito para ser antipático, e Bernie Mac domina bem esse tipo de papel, usando seu timing cômico e sua presença para render boas cenas sem jamais tentar torná-lo mais simpático do que ele realmente é.
A pequena, porém satisfatória, transformação de Willie (Billy Bob Thornton) ao se relacionar com a criança, cujo nome ele sequer sabe e que é chamada apenas de “Kid” (Brett Kelly), é facilmente o melhor aspecto do filme. Aliás, a atuação de Brett Kelly é muito boa; você realmente sente empatia por ele e compaixão pela sua situação. Dá para perceber o quanto ele é sozinho, não tem amigos, sofre bullying e não possui sequer uma figura responsável presente, já que a avó dele só aparece repetindo a frase “vou preparar uns sanduíches”, quase como se viesse instalada de fábrica.
O final também é bom, apesar de bem utópico.
Ainda assim, senti falta de ver os dois ficando juntos por mais tempo, talvez construindo uma amizade mais sólida ou uma relação o mais próxima possível de algo paternal, o que daria ainda mais peso emocional ao desfecho.
Assistido em 24/12/2025
Um besteirol que diverte um pouco pra passar o tempo. rs
Bora ver o 2
"Eu não defenderia o celibato pq seria o fim da raça humana."
"Vc precisa de terapia. Muitos e muitos e muitos anos de terapia."