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Data de lançamento
12 Fev. 2016Duração
Na complexa sociedade moderna da Arábia Saudita, um encontro inesperado acontece. Ele, um funcionário público de origens humildes; ela, uma mulher linda e rica, filha adotiva de um casal que se separou. As únicas coisas que eles têm em comum são o nome Barakah e o fato de um estar se apaixonando pelo outro, em um ambiente hostil a qualquer tipo de relacionamento.
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Adorei!
Que filme maravilhoso! Possuidor de uma crítica ácida, mas sem cair no didatismo ou perder a leveza.
Já de início trás uma mensagem irônica, avisando que a pixelização de algumas cenas é algo natural, não tendo qualquer coisa a ver com a censura, eheheh.
Barakah, o protagonista masculino, é um fiscal da prefeitura, sendo apresentado como um homem bom e simples, que nas horas vagas atua na companhia de teatro amador local, onde está interpretando Ofélia, pois mulheres não podem atuar em teatros segregados da Arábia Saudita.
Bibi, a protagonista feminina, é uma mulher jovem e moderna, que se veste ao estilo ocidental, sendo uma influenciadora digital de sucesso, com mais de um milhão de seguidores na conta da marca da boutique de sua mãe.
São dois jovens de realidades diferentes, ela rica e moderna, ele morador de um bairro humilde e de hábitos tradicionais. Ela aceita sair com ele por conta de seu nome, uma ironia do roteiro que explica o título. Porém, a maior dificuldade não se deve ao desnível social, mas aos rígidos códigos morais sauditas e a paranoia da moça de serem parados pela polícia dos costumes, que possui rígidas regras sobre encontros entre pessoas solteiras.
Filme um pouco arrastadinho, sem começo, meio e fim...não que tenha que ter, mas esse começa do nada e não vai a lugar nenhum. Ou eu não captei. Mas é simpático, crítico e apresenta novas visões. Para eles, deve ter sido um filme e tanto.
Achei meio chatinho mas tem um lado crítico também. Barakah é um fofo.
Apeans oooowwwnt, com o barakah s2