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Sinopse
Voluptuosa caçadora de recompensas deve ajudar seu ex-namorado a escoltar até o Canadá a atual mulher dele, líder da resistência ao governo que domina os EUA em 2017.
Barb Wire passa longe de ser uma obra-prima da ficção científica, mas funciona muito bem como uma cápsula do tempo da cultura pop noventista e uma experiência divertida para fãs do cinema B.
Uma visão dos anos 90 sobre feminismo e girl-power, em contexto pós-apocalíptico, onde chamar uma mulher de "gata" pode ser sentença de morte e ver uma mulher batendo em caras enquanto usa couro e látex preto era considerado um avanço representativo. Fiquei entretido do início ao fim. Pamela Anderson fez o que tinha que fazer.
Na tentativa recorrente dos anos 90 e 2000 de emplacar a protagonista feminina de ação perfeita (Aeon Flux, Ultravioleta, Bayonetta, Resident Evil, etc), Barb Wire foi a grande mãe (ao lado da Tank Girl, discutivelmente).
Ainda que feita para o olhar masculino, Barb Wire foi ganhando novas significações com o passar dos anos. De uma sensualidade caricata que transmite poder, da silhueta perfeita intacta na distopia. É quase um paralelo poético com a carreira da atriz Pamela Anderson, que hoje em dia atrai simpatia pela postura bem resolvida para com as polêmicas de sua vida e das suas personagens.
Eu, como fã do gênero, aprecio Barb Wire pelo o que ele é: um trash divertido, que ajudou a transformar Pamela Anderson em uma potência midiática.
Não chama a mulher de boneca, que ela fica braba e te dá uma surra! Mais um daqueles filmes futuristas feitos nos anos 90 com estilo de 80. Não é tão ruim, mas também não é ótimo. Dá pra se divertir com a Pamela, apesar dos sussurros e do figurino de couro preto. Faltou aprofundar a pessoa da Barb ao invés de só deixar claro o poder de sedução. Também faltaram mais mulheres na trama. Sem rivalidade. Eu gostei demais do personagem do Udo fugindo do estereótipo de vilão. E Pamela tem carisma, mas não foi aproveitado na trama.
Barb Wire passa longe de ser uma obra-prima da ficção científica, mas funciona muito bem como uma cápsula do tempo da cultura pop noventista e uma experiência divertida para fãs do cinema B.
vsf vcs são doidos, esse filme eh mt radical e esteticamente foda
Uma visão dos anos 90 sobre feminismo e girl-power, em contexto pós-apocalíptico, onde chamar uma mulher de "gata" pode ser sentença de morte e ver uma mulher batendo em caras enquanto usa couro e látex preto era considerado um avanço representativo. Fiquei entretido do início ao fim. Pamela Anderson fez o que tinha que fazer.
Na tentativa recorrente dos anos 90 e 2000 de emplacar a protagonista feminina de ação perfeita (Aeon Flux, Ultravioleta, Bayonetta, Resident Evil, etc), Barb Wire foi a grande mãe (ao lado da Tank Girl, discutivelmente).
Ainda que feita para o olhar masculino, Barb Wire foi ganhando novas significações com o passar dos anos. De uma sensualidade caricata que transmite poder, da silhueta perfeita intacta na distopia. É quase um paralelo poético com a carreira da atriz Pamela Anderson, que hoje em dia atrai simpatia pela postura bem resolvida para com as polêmicas de sua vida e das suas personagens.
Eu, como fã do gênero, aprecio Barb Wire pelo o que ele é: um trash divertido, que ajudou a transformar Pamela Anderson em uma potência midiática.
Não chama a mulher de boneca, que ela fica braba e te dá uma surra!
Mais um daqueles filmes futuristas feitos nos anos 90 com estilo de 80.
Não é tão ruim, mas também não é ótimo. Dá pra se divertir com a Pamela, apesar dos sussurros e do figurino de couro preto. Faltou aprofundar a pessoa da Barb ao invés de só deixar claro o poder de sedução.
Também faltaram mais mulheres na trama. Sem rivalidade.
Eu gostei demais do personagem do Udo fugindo do estereótipo de vilão. E Pamela tem carisma, mas não foi aproveitado na trama.