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Despertar as mais diversas sensações, dentro da sua completa inocência, parece ser o destino da pequena Heleninha desde o seu nascimento, que acontece dentro do carro de Tonico Ladeira, quando a quase mamãe Ana pega uma estratégica carona para fugir da polícia. Estava selada a união de Ana e Tonico. De motorista a parteiro, Tonico fica irremediavelmente ligado a Heleninha, ainda mais que Ana desaparece.
Ana acaba por repetir a história de sua mãe Laura, que a abandonou no seu nascimento. Mas Laura está disposta a conseguir para si a guarda da sua neta, a pequena Helena. Novamente o destino dá uma ajudinha, pois mais tarde Ana decide deixar o neném na porta da casa de Laura, sem saber quem é ela. Enquanto isso, vários personagens masculinos disputam a paternidade da criança, pois Ana não faz a mínima idéia de quem é o pai de Heleninha. Entre eles: Tonico Ladeira, Zezinho, Antonio Antonucci e os irmãos Tonhão, Rei e Rico.
No outro lado da história, está a solteirona Ângela, que sonha com um homem que não conhece e se assusta quando descobre que ele existe. Ângela é uma mulher reprimida que dedicou sua vida a cuidar dos irmãos Zetó e Caco. Eficiente secretária, trabalha com Tonico e se apaixona por um locutor de rádio, Tonhão, com quem tem sonhos sensuais.
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É uma novela muito boa e que foi injustiçada na reprise do Canal Viva. Acompanho pelo Globoplay e meus problemas com a novela são o triângulo amoroso Ângela (Maria Zilda), Antônio (Rodolfo Bottino) e Tonhão (José de Abreu) e o drama familiar de Tico (Sebastião Vasconcelos) e Rei (Guilherme Fontes).
Era muito mais interessante acompanhar Ângela, sua busca pelo cara dos sonhos e seu encontro com ele do que ela sendo disputada por Antônio e Tonhão. Ela ainda perdeu a pequena dificuldade de falar e seu sonambulismo, uma fase que era muito divertida.
A relação problemática do Tico com o seu filho Rei é um melodrama muito chato. Dá até pra simpatizar com o Rei, embora muitas vezes ele seja um personagem irritante.
Um dos grandes destaques é a Dina Sfat e sua vilã bastante humana que é a Laura. É muito divertida a sua dupla com o Ary Fontoura, que interpreta o ator canastrão Nero Petraglia. Muito triste que a atriz tenha morrido cedo.
Só lembro que tocava "Build" do Housemartins, que chamávamos de "Melô do Papel. Que por sua vez, um dos membros começou a se conhecido nos anos 90 como Fatboy Slim.
Típica novela do Carlos Lombardi com muito humor e muita ação. Se nos anos 80 os temas abordados fizeram sucesso, a ponto de gerar um álbum de figurinhas para o público infantil, hoje eles causariam reclamações do público. Talvez esse foi o motivo da audiência no Viva ter sido baixa e frustrado a expectativa da direção, que mutilou a novela sem pena na versão levada ao ar.
Foi a primeira novela em que ele se enrolou com a própria história, a quantidade de personagens e tramas paralelas era grande e fez que a novela alternasse momentos acelerados e outros muito arrastados.
O triângulo amoroso entre a Ângela, o Tonhão e o Antônio ficou chato, tomando três semanas da novela numa aventura absurda por alguma republiqueta caribenha, e pra completar teve o envolvimento desnecessário com o Tonico.
Algumas dessas tramas não fariam falta se fossem cortadas do roteiro. Apesar dos altos e baixos e do final a toque de caixa, o elenco se destacou e conseguiu sustentar a trama, com destaque para a Dina Sfat, que, mesmo com a piora do câncer se refletindo no seu físico, defendeu sua personagem até o final.
Devia ter ficado com a memória afetiva de infância...
Rever me decepcionou demais.
A novela foi uma verdadeira salada, erros de continuidade, roteiro ruim, personagens tão dúbios...
A Ana é das piores mães da teledramaturgia.
A trilha sonora é muito boa! Vale por ela.
É verdade que a gravidez da Ana foi decorrente de um estupro?