Este drama de guerra em preto e branco foi baseado no romance "Killing a mouse on sunday", de Emeric Pressburger (1902-1988), também famoso diretor e produtor, no qual detalha vagamente a vida do guerrilheiro anarquista espanhol Francesc Sabaté Llopart (1915-1960). É um bom espetáculo, principalmente na parte final, já que em boa parte da trama seja de uma narrativa lenta. Gregory Peck tem um magistral desempenho, cujo personagem mostra simplesmente que a coragem e o espírito de luta nunca serão derrotados; eles permanecerão na mente dos que vierem depois.
Créditos de abertura - a primeira carta mostrada contém a passagem de Apocalipse 6: 8, que contém a frase "Behold a Pale Horse", o título do filme. O filme foi proibido na Espanha, que ainda era governado pelo Generalíssimo Francisco Franco, o vencedor fascista da Guerra Civil Espanhola. Gregory Peck (1916-2003) sentiu-se muito mal como um leal espanhol. Este longa passou por várias mudanças no título. Também era conhecido como: "A 25ª hora", "Para brotar uma armadilha" e "Matar um rato no domingo". A trilha sonora foi composta e conduzida por Maurice Jarre. A instrumentação consiste principalmente em violão de estilo espanhol, instrumentos de sopro de madeira, cravo e harpa. Um dos astros do filme, Omar Sharif (1932-2015), referiu-se a ele como um "filme ruim" feito por um "bom diretor". Originalmente, Anthony Quinn (1915-2001) havia requisitado o papel de Artiguez, mas Fred Zinnemann (1907-1997) achou que deveria ser um outro tipo de personagem, e deu a ele o papel oposto do vilão Viñolas, que não aparece muito na estória.
Famoso bandido espanhol, Manuel Artiguez, um veterano líder rebelde anti-franquista, retorna à sua aldeia natal na Espanha depois de 20 anos no exílio francês, para visitar sua mãe moribunda, mas o policial espanhol Viñolas está preparando uma armadilha para ele.
Este drama de guerra em preto e branco foi baseado no romance "Killing a mouse on sunday", de Emeric Pressburger (1902-1988), também famoso diretor e produtor, no qual detalha vagamente a vida do guerrilheiro anarquista espanhol Francesc Sabaté Llopart (1915-1960). É um bom espetáculo, principalmente na parte final, já que em boa parte da trama seja de uma narrativa lenta. Gregory Peck tem um magistral desempenho, cujo personagem mostra simplesmente que a coragem e o espírito de luta nunca serão derrotados; eles permanecerão na mente dos que vierem depois.
Créditos de abertura - a primeira carta mostrada contém a passagem de Apocalipse 6: 8, que contém a frase "Behold a Pale Horse", o título do filme. O filme foi proibido na Espanha, que ainda era governado pelo Generalíssimo Francisco Franco, o vencedor fascista da Guerra Civil Espanhola. Gregory Peck (1916-2003) sentiu-se muito mal como um leal espanhol. Este longa passou por várias mudanças no título. Também era conhecido como: "A 25ª hora", "Para brotar uma armadilha" e "Matar um rato no domingo". A trilha sonora foi composta e conduzida por Maurice Jarre. A instrumentação consiste principalmente em violão de estilo espanhol, instrumentos de sopro de madeira, cravo e harpa. Um dos astros do filme, Omar Sharif (1932-2015), referiu-se a ele como um "filme ruim" feito por um "bom diretor". Originalmente, Anthony Quinn (1915-2001) havia requisitado o papel de Artiguez, mas Fred Zinnemann (1907-1997) achou que deveria ser um outro tipo de personagem, e deu a ele o papel oposto do vilão Viñolas, que não aparece muito na estória.
Famoso bandido espanhol, Manuel Artiguez, um veterano líder rebelde anti-franquista, retorna à sua aldeia natal na Espanha depois de 20 anos no exílio francês, para visitar sua mãe moribunda, mas o policial espanhol Viñolas está preparando uma armadilha para ele.
Sempre é bom ver um filme antigo, ainda mais com três astros maravilhosos: Anthony Quinn, Gregory Peck e Omar Shariff. Quanto ao filme gostei!
Em alguns momentos, achei o filme meio cansativo, talvez ele tenha ficado longo demais, mas o roteiro e o elenco valem a pena dar uma conferida.