Atuação fantástica de Sally Hawkins e direção impressionante de Craig Roberts. David Thewlis também está ótimo, e a fotografia do filme é linda, dando um aspecto meio onírico que se encaixa ao enredo, além de trabalhar com as cores de uma forma magistral. Muito interessante ver um filme sobre transtornos psicológicos acompanhando a visão do portador, e o diretor é bastante criativo na forma de representar as fugas da realidade. Tem seu quê de confuso que dá um brilho bem especial ao filme, assim como um bom de número de absurdos, mas que se encaixam na questão do retratar as crises, os delírios, o problema em si. Traz à tona um diálogo cada vez mais importante sobre a saúde mental e a forma como amigos, parceiros e familiares podem afetar positiva ou negativamente nisso. Em alguns momentos é um tanto exagerado, o que acaba parecendo ir além do que deveria se representado, mas foge de clichês e trazer uma visão mais humana (e um tanto bizarra) em meio à caricatura absurdista. E olha, que trilha sonora maravilhosa. Filmão.
As doenças mentais parecem existir e a grande maioria desconhece seus sintomas e como se relacionar com; à semelhança do tio inconveniente que na festa de natal da família aparece sem ser convidado, ninguém gosta e tb não tem coragem de negá-lo. A esquizofrenia é um tio chato, mas, diferentemente do que aparece somente no natal, ela aparece o tempo todo!
Sally ♥
Sally Hawkins é fantástica, fato, mas achei meio chato o filme :( Tava bem bom até aparecer o Mike!
Atuação fantástica de Sally Hawkins e direção impressionante de Craig Roberts. David Thewlis também está ótimo, e a fotografia do filme é linda, dando um aspecto meio onírico que se encaixa ao enredo, além de trabalhar com as cores de uma forma magistral. Muito interessante ver um filme sobre transtornos psicológicos acompanhando a visão do portador, e o diretor é bastante criativo na forma de representar as fugas da realidade. Tem seu quê de confuso que dá um brilho bem especial ao filme, assim como um bom de número de absurdos, mas que se encaixam na questão do retratar as crises, os delírios, o problema em si. Traz à tona um diálogo cada vez mais importante sobre a saúde mental e a forma como amigos, parceiros e familiares podem afetar positiva ou negativamente nisso. Em alguns momentos é um tanto exagerado, o que acaba parecendo ir além do que deveria se representado, mas foge de clichês e trazer uma visão mais humana (e um tanto bizarra) em meio à caricatura absurdista. E olha, que trilha sonora maravilhosa. Filmão.
As doenças mentais parecem existir e a grande maioria desconhece seus sintomas e como se relacionar com; à semelhança do tio inconveniente que na festa de natal da família aparece sem ser convidado, ninguém gosta e tb não tem coragem de negá-lo. A esquizofrenia é um tio chato, mas, diferentemente do que aparece somente no natal, ela aparece o tempo todo!
sally hawkins eh perfeita. o filme nem tanto.