A jovem Lisa testemunha a morte de um vizinho, mas a polícia não acredita nela até ser tarde demais: gigantesca após devorar várias vítimas, a Bolha ataca o boliche da cidade, onde está sendo realizado um torneio.
Que filme ruim! Parecia que não iria acabar. E que trabalho de câmera malfeito! O longa teria funcionado melhor (ou "menos pior") como um terror sério.
Não sabia desta continuação do Cult movie “A bolha assassina” de 1958 que descobri ao acaso no Youtube.
Gosto demais tanto do filme de 1958 como do remake de 1988, e esta produção não vai além do curioso, pois mergulha com força no “trash”, uma produção visivelmente de baixo orçamento, começando pelos efeitos especiais risíveis.
SPOILERS ABAIXO:
O filme se inicia com a esposa de um homem descongelando por acidente uma amostra da bolha que sabe-se lá por que, estava no seu congelador. Ele havia trazido a amostra do Polo Norte (lembrem-se que haviam levado à bolha para o Ártico) mas não fica claro afinal qual era a ocupação do homem para ter algo tão perigoso em sua geladeira.
Após engolir o casal e seu gato, a bolha começa a atacar animais e pessoas, engole uma turma de escoteiros inteira (!), até chegar a um salão de boliche (em cena idêntica ao ataque ao cinema no filme de 1958).
O filme é uma continuação que na verdade é quase um remake, temos o casal de namorados que tenta alertar a população para o perigo, o ataque ao salão de boliche, substituindo o cinema e o congelamento da bolha ao final do filme.
Nos dois filmes, 1958 e 1988, havia efeitos especiais criativos e convincentes, mesmo no filme da década de 50, ainda sem recursos tecnológicos, mas neste a bolha vira uma geléia transparente de morango e os ataques são vistos parcialmente.
Como curiosidade, a direção é de Larry Hagman (de “Jeannie é um gênio” e ”Dallas”) o que talvez explique alguns atores conhecidos no elenco, como Robert Walker Jr., Carol Linley, Burgess Meredith e Cindy Williams, que devem ter feito um favor ao amigo. O próprio Hagman faz uma pontinha na produção.
Se a intenção fosse fazer uma paródia, até dá para aceitar, pois há cenas em tom de comédia, sem falar do design da outrora ameaçadora bolha, mas parece que essa não era a intenção.
O Cult de 1958 certamente poderia passar sem essa “continuação”.
Caiu bastante de qualidade em relação ao primeiro filme, roteiro fraco e atuação sofridas, cenas de humor toscas e efeitos especiais péssimos ate para o padrão da época, aqui não tem a atmosfera de grande ameaça do original. Filme Ruim.
Ranking:
7.0/100=(A Bolha Assassina 1) A Bolha Assassina (1958)
6.0/100=(A Bolha Assassina 3) A Bolha Assassina (1988)
4.6/100=(A Bolha Assassina 2) Beware! The Blob (1972)
Se o "clássico" suou a camisa pra ser "clássico",esse aqui vem sem motivo algum.Não há nada que possa impressionar ou algo que possa chamar esse de filme.Uma das maiores abominações do gênero.
Que filme ruim! Parecia que não iria acabar. E que trabalho de câmera malfeito! O longa teria funcionado melhor (ou "menos pior") como um terror sério.
Não sabia desta continuação do Cult movie “A bolha assassina” de 1958 que descobri ao acaso no Youtube.
Gosto demais tanto do filme de 1958 como do remake de 1988, e esta produção não vai além do curioso, pois mergulha com força no “trash”, uma produção visivelmente de baixo orçamento, começando pelos efeitos especiais risíveis.
SPOILERS ABAIXO:
O filme se inicia com a esposa de um homem descongelando por acidente uma amostra da bolha que sabe-se lá por que, estava no seu congelador. Ele havia trazido a amostra do Polo Norte (lembrem-se que haviam levado à bolha para o Ártico) mas não fica claro afinal qual era a ocupação do homem para ter algo tão perigoso em sua geladeira.
Após engolir o casal e seu gato, a bolha começa a atacar animais e pessoas, engole uma turma de escoteiros inteira (!), até chegar a um salão de boliche (em cena idêntica ao ataque ao cinema no filme de 1958).
O filme é uma continuação que na verdade é quase um remake, temos o casal de namorados que tenta alertar a população para o perigo, o ataque ao salão de boliche, substituindo o cinema e o congelamento da bolha ao final do filme.
Nos dois filmes, 1958 e 1988, havia efeitos especiais criativos e convincentes, mesmo no filme da década de 50, ainda sem recursos tecnológicos, mas neste a bolha vira uma geléia transparente de morango e os ataques são vistos parcialmente.
Como curiosidade, a direção é de Larry Hagman (de “Jeannie é um gênio” e ”Dallas”) o que talvez explique alguns atores conhecidos no elenco, como Robert Walker Jr., Carol Linley, Burgess Meredith e Cindy Williams, que devem ter feito um favor ao amigo. O próprio Hagman faz uma pontinha na produção.
Se a intenção fosse fazer uma paródia, até dá para aceitar, pois há cenas em tom de comédia, sem falar do design da outrora ameaçadora bolha, mas parece que essa não era a intenção.
O Cult de 1958 certamente poderia passar sem essa “continuação”.
Caiu bastante de qualidade em relação ao primeiro filme, roteiro fraco e atuação sofridas, cenas de humor toscas e efeitos especiais péssimos ate para o padrão da época, aqui não tem a atmosfera de grande ameaça do original. Filme Ruim.
Ranking:
7.0/100=(A Bolha Assassina 1) A Bolha Assassina (1958)
6.0/100=(A Bolha Assassina 3) A Bolha Assassina (1988)
4.6/100=(A Bolha Assassina 2) Beware! The Blob (1972)
Se o "clássico" suou a camisa pra ser "clássico",esse aqui vem sem motivo algum.Não há nada que possa impressionar ou algo que possa chamar esse de filme.Uma das maiores abominações do gênero.
>Assistido em 05 de Janeiro de 2024
13-01-2022