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Data de lançamento
13 Dez. 1999Duração
Este filme de ficção-científica é baseado em uma história do consagrado escritor Isaac Asimov.
A obra original fala sobre os medos e angústias da existência humana e foi adaptada para o cinema.
Na casa da família Martin vive Andrew (Robin Williams), um robô que faz as tarefas domésticas.
A família começa a perceber que Andrew é diferente, com características próprias e personalidade.
Cada dia que passa ele apresenta ainda mais traços humanos.
Andrew tem sentimentos, dúvidas e conflitos que vão se afirmando com a convivência com as pessoas.
Depois de 200 anos Andrew tem a chance de se tornar um ser humano.
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O filme é excelente.
Contudo, a única coisa que faz o filme deixar de ser atual é justamente a dificuldade de um robô em ser reconhecido como ser humano.
O filme inicia em 2005 (é dito isso no final do filme, que o robô foi criado nesse ano) e hoje, apenas 21 anos depois, temos pessoas sendo reconhecidas como o que bem querem.
No mundo de hoje, seria fácil e rápido para o Andrew ser reconhecido como ser humano.
rapaz, não lembrava de como esse filme terminava... o começo dele é muito legal e com mensagens boas, mas o final...
Trilha sonora marcante, efeitos práticos bem executados e atemporais e muita discussão sobre humanidade e tudo que envolve nossa espécie. Uma filmaço. 15/08/2026
Acho que envelheceu mal.
O filme conseguiu misturar com eficiência, ficção científica, romance, drama e até uma dose de comédia com a escolha perfeita do Robin Williams. A transição do robô Andrew para uma forma cada vez mais humana e com todos os dilemas envolvidos é muito bem executada, tanto do ponto de vista dramático quanto técnico.
Robin Williams realmente estava por trás do traje robótico que pesava mais de 15 quilos e mesmo assim ainda conseguiu transmitir toda sua personalidade e carisma para um robô. O trabalho de maquiagem e efeitos visuais permanecem impressionantes até hoje, lamentável que não tenham levando o merecido Oscar...
De negativo a transição entre as décadas pareceu um pouco apressada e confusa (talvez pelos cortes no orçamento realizados). E o final também poderia ser mais otimista com o Andrew ouvindo o veredito favorável do Tribunal antes de morrer e assim ter a certeza de que todo seu esforço e até o casamento tinham sido reconhecidos.
Apesar do filme ter sido um fracasso de bilheteria e críticas na época de lançamento é sem dúvidas uma das melhores ficções científicas já feitas. A produção soube captar perfeitamente a essência provocativa e filosófica da famosa obra do Isaac Asimov, sobre o que nos torna humanos.
E além disto o filme permanece mais atual do que nunca, diante de todas as discussões e polêmicas sobre Inteligência Artificial que estamos vivenciando.
Curiosidades: O filme voltou a reunir Robin Williams e o diretor Chris Columbus após a parceria de sucesso em "Uma Babá Quase Perfeita" de 1993. Robin Williams recebeu 20 milhões de dólares, o maior salário de sua carreira.
As Três Leis da Robótica, originalmente criadas por Isaac Asimov em seus livros são: 1ª - Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra danos. 2ª - Um robô deve obedecer às ordens dadas pelos seres humanos, exceto quando tais ordens entrarem em conflito com a Primeira Lei. 3ª - Um robô deve proteger sua própria existência, desde que essa proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei.
A robô feminina, Galatea, recebeu o nome da estátua trazida à vida pelos deuses no mito de Pigmalião.