Impressionado com a naturalidade do James LeGros. O cara manuseia os utensílios com uma memória muscular de quem passou anos no fogão. Isso dá um peso enorme pro filme, porque você respeita o vilão pela competência dele. Ver ele colocando o crítico arrogante no lugar dele (o lugar de quem não sabe fazer porra nenhuma) é bom demais.
O filme coloca o dedo na ferida da cultura da crítica destrutiva. JT Franks é o puro suco da arrogância: o babaca que ganha a vida humilhando o trabalho alheio sem nunca ter fritado um ovo na pressão de uma cozinha real.
Ver o Peter Grey destruir o ego desse sujeito, forçando-o a provar na prática a competência que ele tanto julga nos outros, é de uma satisfação catártica sem tamanho.
Impressionado com a naturalidade do James LeGros. O cara manuseia os utensílios com uma memória muscular de quem passou anos no fogão. Isso dá um peso enorme pro filme, porque você respeita o vilão pela competência dele. Ver ele colocando o crítico arrogante no lugar dele (o lugar de quem não sabe fazer porra nenhuma) é bom demais.
O filme coloca o dedo na ferida da cultura da crítica destrutiva. JT Franks é o puro suco da arrogância: o babaca que ganha a vida humilhando o trabalho alheio sem nunca ter fritado um ovo na pressão de uma cozinha real.
Ver o Peter Grey destruir o ego desse sujeito, forçando-o a provar na prática a competência que ele tanto julga nos outros, é de uma satisfação catártica sem tamanho.
Ridículo. O cara que escreveu isso ainda por cima deve ter se achado o bonzão para finalizar com a
mesma cena inicial
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começa muito bem e vai caindo vertiginosamente, dando um "up" nos 30 minutos finais ... resultou num filme regular
os 2 personagens centrais mereciam morrer, e morreram!
Gostei, não esperava muito e acabou sendo uma boa surpresa.