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Data de lançamento
28 Dez. 2018Duração
1984. Um jovem programador (Fionn Whitehead) começa a questionar a realidade enquanto adapta um romance de fantasia em um jogo. Uma história alucinante com múltiplos finais.
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“Escolha sua própria confusão mental.”
Experiência diferente: a ideia de decidir o rumo da história, é brilhante e casa perfeitamente com o tema Black Mirror — livre-arbítrio, controle, paranoia digital.
Fionn Whitehead segura bem o papel e tem finais que chegam a ser perturbadores (no bom sentido).
Por outro lado, o esquema interativo cansa em algumas rotas, tem escolhas repetidas e nem todos os finais recompensam o tempo investido. Ainda assim, é um experimento que marcou e vale jogar — quer dizer, ver.
Assisti só porque sou fã da série. A história se passa nos anos 80, mas não lembra em nada a cultura da época. O roteiro é fraco, o ritmo é lento e parado, e é frustrante por não ser de ficção científica. A produção e as atuações são boas. Esse foi o meu terceiro filme no formato interativo. O primeiro foi o razoável As Escolhas do Amor (2023), com Laura Marano, e o segundo foi o bom Premonição 3 (2006). Black Mirror - Bandersnatch (2018) é um filme interativo ruim, chato, monótono e decepcionante da Netflix.
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Maravilhoso! Vi na época, a quase 7 anos e estou revendo uma montagem pirata! MARAVILHOSO!
Q filme mais fora de propósito! Por onde começa ou termina está fora do espírito da série! Muito aquém da qualidade de muitos episódios.