Blue Film acompanha Aaron, um camboy que aceita passar uma noite com um cliente anônimo em troca de uma grande quantia de dinheiro. O encontro, que parece apenas mais um programa, toma um rumo perturbador quando ele descobre uma ligação chocante entre o homem e o seu passado.
Resenha:
Gente… que filme perturbador.
As atuações são realmente boas, e os dois protagonistas conseguem segurar um filme que se passa praticamente inteiro em um único ambiente. O problema, para mim, está no roteiro.
Conforme a história avança e a verdadeira identidade do cliente é revelada, o filme entra em um território extremamente desconfortável. Em vez de explorar o trauma da situação de forma clara, tive a sensação de que o roteiro tenta humanizar e justificar um comportamento injustificável. A proposta pode até ser provocar discussões sobre abuso, culpa e trauma, mas, na minha leitura, a execução acaba passando uma mensagem muito confusa.
No fim, fiquei sem entender qual era o objetivo da história. É um daqueles filmes que parecem saídos do fundo da internet: estranho, caótico e sem uma direção clara. A cada nova revelação eu só me perguntava: “onde esse roteiro quer chegar?”.
Para quem gosta de filmes provocativos, talvez desperte curiosidade. Mas, para mim, a sensação foi de desconforto o tempo todo, sem que isso resultasse em uma reflexão que justificasse a experiência. É um filme que eu, sinceramente, não conseguiria recomendar.
Um filme não convencional, estranho e profundamente perturbador, mas que, para mim, falha em transformar esse desconforto em algo realmente significativo. Em nenhum momento senti que a obra tratava seus temas com a profundidade e a seriedade que eles mereciam. Tive a impressão de que o objetivo principal era apenas chocar o espectador, e, quando o choque se torna um fim em si mesmo, sem uma reflexão consistente por trás, ele perde grande parte do seu impacto.
Não sou contra filmes pesados, provocativos ou que abordem assuntos difíceis. Pelo contrário, acredito que o cinema pode e deve explorar temas desconfortáveis. O problema é que, neste caso, não encontrei uma mensagem clara, uma crítica interessante ou uma perspectiva que justificasse tudo o que foi mostrado em tela. Em vez de me fazer pensar, o filme apenas me causou repulsa.
A experiência foi tão desagradável que levei dois dias para conseguir terminá-lo. Não porque fosse um filme complexo ou desafiador intelectualmente, mas porque simplesmente não tive vontade de continuar assistindo. Reconheço que talvez exista um público que enxergue valor na proposta da obra, mas, para mim, foi uma experiência vazia, excessivamente apelativa e que não deixou nada além de desconforto.
oh nojeira a cena do roleplay, queria ter gostado do filme, mas infelizmente NAO rolou dessa vez
Chega a ser crime depilar esse gostoso! Que homem pqp 🫦
perturbador e desconfortável
Blue Film acompanha Aaron, um camboy que aceita passar uma noite com um cliente anônimo em troca de uma grande quantia de dinheiro. O encontro, que parece apenas mais um programa, toma um rumo perturbador quando ele descobre uma ligação chocante entre o homem e o seu passado.
Resenha:
Gente… que filme perturbador.
As atuações são realmente boas, e os dois protagonistas conseguem segurar um filme que se passa praticamente inteiro em um único ambiente. O problema, para mim, está no roteiro.
Conforme a história avança e a verdadeira identidade do cliente é revelada, o filme entra em um território extremamente desconfortável. Em vez de explorar o trauma da situação de forma clara, tive a sensação de que o roteiro tenta humanizar e justificar um comportamento injustificável. A proposta pode até ser provocar discussões sobre abuso, culpa e trauma, mas, na minha leitura, a execução acaba passando uma mensagem muito confusa.
No fim, fiquei sem entender qual era o objetivo da história. É um daqueles filmes que parecem saídos do fundo da internet: estranho, caótico e sem uma direção clara. A cada nova revelação eu só me perguntava: “onde esse roteiro quer chegar?”.
Para quem gosta de filmes provocativos, talvez desperte curiosidade. Mas, para mim, a sensação foi de desconforto o tempo todo, sem que isso resultasse em uma reflexão que justificasse a experiência. É um filme que eu, sinceramente, não conseguiria recomendar.
Um filme não convencional, estranho e profundamente perturbador, mas que, para mim, falha em transformar esse desconforto em algo realmente significativo. Em nenhum momento senti que a obra tratava seus temas com a profundidade e a seriedade que eles mereciam. Tive a impressão de que o objetivo principal era apenas chocar o espectador, e, quando o choque se torna um fim em si mesmo, sem uma reflexão consistente por trás, ele perde grande parte do seu impacto.
Não sou contra filmes pesados, provocativos ou que abordem assuntos difíceis. Pelo contrário, acredito que o cinema pode e deve explorar temas desconfortáveis. O problema é que, neste caso, não encontrei uma mensagem clara, uma crítica interessante ou uma perspectiva que justificasse tudo o que foi mostrado em tela. Em vez de me fazer pensar, o filme apenas me causou repulsa.
A experiência foi tão desagradável que levei dois dias para conseguir terminá-lo. Não porque fosse um filme complexo ou desafiador intelectualmente, mas porque simplesmente não tive vontade de continuar assistindo. Reconheço que talvez exista um público que enxergue valor na proposta da obra, mas, para mim, foi uma experiência vazia, excessivamente apelativa e que não deixou nada além de desconforto.