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Em um refúgio romântico na Islândia, um jovem casal americano acorda numa manhã e descobre que as pessoas na terra desapareceram. Sua luta para sobreviverem e para conciliarem o evento misterioso os levam a reconsiderarem tudo o que sabem sobre si mesmos e sobre o mundo.
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Essa obra é uma espécie de estudo sociológico e psicológico, e tivemos uma previa de menor porte que foi a pandemia, pessoas são sociais, porem existem algumas que são altamente adaptativas, outra ainda mais, são ermitões sociais, se adaptam e conseguem viver solitários tirando do meio sua forma de encarar e seguir...
A obra meio que nos mostra dois prospectos de comportamento diante de uma crise que nao se controla, algo sem explicação aparente, religiosa, nada, apenas acontece e tem que se lidar com isso, um dos encara e vê com um prisma da exploração desse novo...o outro se consome com as perguntas e se deixa levar pela dor do mundo que se foi...e fica nas entrelinhas que precisa de pessoas para se sentir parte...o inexplicável a destrói...
Na pandemia foi atirado na cara esses comportamentos com o mundo morrendo , pessoas nao suportavam ficar em casa, outras preferiam correr riscos nas festas do que se isolar, e tiveram aqueles que passaram de boa, e fizeram do seu lar seu refugio ate tudo passar....
O ser humano sempre é uma caixa de surpresas, ninguém é igual, o filme e parado, mais na linha filosófica, com linda fotografia, mas acho que o que doeu mais para ela foi notar que no silencio as diferenças eram gritantes..e ambos nao se entendiam..
Uma premissa incrível nesse aspecto, sentiria falta absurda dos meus, do meu filho , mas o mundo seria meu..sempre fui eu por mim...as possibilidades seriam gigantescas..mas entendo que parcela da humanidade morreria por nao suportar o silencio do mundo...
Somente a belíssima fotografia chama atenção.De resto,a mesma coisa.
>Assistido em 18 de Fevereiro de 2025
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A nota desse filme aqui é muito injusta.
Vocês já se apaixonaram por alguém e sentiram que o mundo todo poderia desaparecer e só vocês dois existirem? E se isso realmente acontecesse? Às vezes é preciso vermos a reação das pessoas em situações extremas para que realmente as conheçamos.
A verdadeira solidão não foi relacionada ao desaparecimento das pessoas, mas à constatação devastadora de que eles não compreendiam os sentimentos um do outro, e agiam de formas opostas. Mesmo que estivessem juntos naquela situação, estavam sozinhos. Nem sempre o amor é suficiente e consegue salvar uma pessoa do seu sofrimento. A única pessoa que estava com ela não compreendia seu desespero, e foi melhor morrer do que continuar sentindo aquilo sozinha.
Se eu ver esse filme mil vezes, vou chorar mil vezes. Filme sensível e maravilhoso. Até a escolha do cenário foi perfeita, não apenas pela bela fotografia, mas pelas paisagens da Islândia (como o avião caído e a natureza exótica) darem ainda mais a sensação de isolamento, melancolia e solidão a quem assiste. Além disso, pra mim o fenômeno da aurora boreal sempre me pareceu algo meio mágico, místico. Se algo inimaginável assim fosse acontecer, seria num lugar como a Islândia mesmo.
Eu simplesmente sou fanzão desse filme, mesmo sabendo que ele é bemmm subjetivo.
A estética,a fotografia os detalhes visuais, as locações, a parte sonora...e sobretudo o elenco com destaque pra Maika Monroe, pqp demais, e a história em si, aberta a varias interpretações e com muitas camadas no contexto ( mostram que pessoas podem lidar de forma diferente em situações inusitadas/extremas, solidão/isolamento, depressão, perspectiva particular....)briso forte nessa porrah <3 , revi na quarentena e gostei mais ainda!