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O bar do Aurélio (Sílvio Luiz), reduto de boleiros famosos, está prestes a ser reinaugurado e acaba de ganhar um novo sócio, o herói do penta Marquinhos (José Trassi). O futebol é o tema central das conversas, que são resumidas em três histórias: a do falso argentino Rafael Benitez (Petrônio Gontijo); do misterioso Nestor (Walter Portella), que retornou recentemente do México e quer convencer a todos que foi um grande jogador; e do assistente-técnico Barbosa (Duda Mamberti), que tinha várias idéias na cabeça mas jamais conseguiu colocá-las em prática numa partida de futebol.
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Sequência bem humorada de um clássico sobre o esporte mais importante do mundo, a paixão na terra onde ele foi aperfeiçoado, anedotas dos envolvidos e uma participação ótima de Silvio Luiz, entre outros.
Legal, mas bem inferior ao primeiro.
O filme "Boleiros 2 - Vencedores e Vencidos" é um retrato nostálgico e crítico do universo do futebol brasileiro. Ao adentrar o bar do Aurélio, somos imersos em conversas repletas de memórias e sonhos, onde o futebol é mais do que um jogo; é um estilo de vida. Através de três histórias entrelaçadas, somos apresentados a personagens que refletem a diversidade e complexidade do esporte.
No entanto, essa continuação, embora bem-vinda, perde um pouco do charme do original. A tentativa de seguir uma trama mais convencional resulta em subplots que não se desenvolvem plenamente e soluções forçadas. Apesar disso, há momentos de destaque, como a história do assistente-técnico Barbosa, que ressoa de forma surreal, tocando em questões mais profundas sobre aspirações e frustrações.
É inegável o esforço em manter o espírito do primeiro filme, embora alguns personagens retornem de maneira pouco relevante. A atuação de alguns, como Lima Duarte, brilha, trazendo à tona a indignação e a revolta característica do futebol brasileiro.
"Boleiros 2" dialoga com a modernidade do futebol, criticando suas transformações, mas mantendo a essência do jogo. É um filme que celebra as histórias que permeiam as quatro linhas, trazendo à tona o lado humano e cativante do esporte. No entanto, lamentavelmente, parece que o futebol que conhecemos está perdendo sua essência a cada dia, sendo substituído por uma versão comercializada e distante de suas raízes.
Através desses "causos" do futebol raiz, somos lembrados de uma época em que os jogadores não eram apenas ícones de marketing, mas sim parte integrante das conversas do dia a dia. "Boleiros 2" nos convida a refletir sobre a verdadeira essência do futebol e sua importância cultural, mostrando que suas histórias são tão fascinantes quanto o próprio jogo.
O primeiro é melhor. Mas não posso deixar de elogiar os personagens aproveitados do primeiro, como alguns jogadores e especialmente o menino que aqui aparece ja crescido. As histórias são boas, mas são mais fora das quatro linhas, diferente do primeiro que a maioria eram contadas de dentro do campo. E alguns personagens novos não eram tão interessantes quanto os outros antigos. Marquinhos que jogava na Roma claramente inspirado no Ronaldinho. Até porque em 2006 ele estava no auge, como melhor do mundo e quando eles disseram do gol na Inglaterra foi pra cravar mesmo.
Adorei, causos do futebol raiz
Mal impressionado com a nota baixa aqui
E pelos comentários aqui nota-se que tem gente que não percebe que futebol é cultura.