Buffy: A Caça Vampiros (5ª Temporada)

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Buffy: A Caça Vampiros (5ª Temporada) (2000)
Buffy the Vampire Slayer (Season 5) Outros títulos
Média do filme: 4.3 de 5 — baseado em 1306 votos
MÉDIAFILMOW
4.3
1306 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Data de lançamento 26 Set. 2000 Outras datas
Duração 968 min (16h08)
Classificação indicativa de Buffy: A Caça Vampiros (5ª Temporada): 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
Status Streaming

Data de lançamento

26 Set. 2000

Duração

968 minutos Classificação indicativa de Buffy: A Caça Vampiros (5ª Temporada): 14 - Não recomendado para menores de 14 anos
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Sinopse

Dawn aparece em Sunnydale como irmã de Buffy. Ninguém achou estranho, mas logo é revelado que a adolescente é uma energia mística chamada de "A Chave", que foi transformada por um grupo de monges, com a essência e sangue de Buffy, em forma humana. Falsas memórias foram implantadas para que todos possam protegê-la de Glory, uma deusa exilada de uma dimensão do inferno, que é deixada em um corpo humano em que está presa - Ben, um médico do hospital. Ela trabalha para localizar a chave, e cria um exército de doentes mentais, dos quais ela se alimenta dos cérebros. Buffy e seus amigos lutam para descobrir o seu plano, protegendo simultaneamente a inocente Dawn, tentando aceitar quem ela é.

Emissora: The WB • Episódios: 22 • Duração: 44 min.

Gênero:
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Elenco

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A Bola Preta | Trailer Legendado

A Bola Preta

Comentários 0
amigos querem ver
duudspx
dudss !!
½
25 minutos atrás

Que temporada foda! Sem dúvidas, um divisor de águas na série, conseguindo elevar a maturidade da narrativa, o peso dramático e, sim, até a qualidade dos efeitos visuais deu uma engrenada e evoluiu bastante.
A grande sacada desse ano foi a introdução da Dawn. Inserir uma irmã "do nada" na vida da Buffy tinha tudo pra dar errado,

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

mas a construção da chave mística transformada em humana foi genial.

Por mais que ela tenha seus momentos chatinhos típicos de uma adolescente, a Dawn é uma querida. A dinâmica entre as duas é linda de acompanhar; a evolução desse amor fraterno é o verdadeiro coração da temporada. Chega a ser bizarro pensar que ela simplesmente não existia antes, de tão natural que a presença dela se tornou pro grupo (e pra nós também).
Na questão amorosa, algo que me diverte bastante, impossível não me render a Willow e Tara. Bate aquela saudade nostálgica do Oz? Com certeza, mas esse casal entrega tudo em termos de sintonia, afeto e cumplicidade. A evolução da Willow no uso da magia também passa muito por esse apoio mútuo, e torço pra que elas continuem firmes e fortes.
E por falar em romance:
Comentário contando partes do filme. Mostrar.

dei pulos de alegria quando o Riley finalmente pegou as trouxinhas dele e foi embora! Não aguentava mais aquele azedo, enjoado e sem sal. Vai tarde!


Entretanto, o verdadeiro caos cômico da temporada tem nome, um sobretudo de couro e cabelo descolorido: Spike.
Comentário contando partes do filme. Mostrar.

O que foi esse homem completamente apaixonado — e extremamente obcecado — pela Buffy?! Dava pra prever que tinha um caroço nesse angu, mas ver o vilão icônico surtando de amor (e apanhando em todos os sentidos) rendeu momentos de gargalhar alto. Ao mesmo tempo, é nítido o quanto esse loirinho oxigenado sofreu.

A Buffy não facilita nem um pouco a vida de ninguém, mas convenhamos: por ela, qualquer um enfrentaria o fim do mundo e tudo mais.
A série também soube testar nossos corações até o limite.
Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Quando o Giles tava só o fiapo, me desesperei real, que nenhum roteirista ouse encostar um dedo no meu véinho favorito! Mas o golpe fatal veio no final. É impossível aceitar e digerir a perda da nossa Caça-Vampiros. Chorei um oceano e tô em estado de negação. Se o Angel deu um jeito de voltar dos mortos lá atrás, a Buffy PRECISA voltar também. O mundo simplesmente não funciona sem ela.


Se a intenção era me deixar sem dormir, o objetivo foi atingido com sucesso. Partindo imediatamente pra sexta temporada, porque a ansiedade não vai me deixar fechar os olhos enquanto eu não souber o que vem agora!

matheusleg
Suetham
4 meses atrás

The body entrou pra mim como um dos episódios mais enigmáticos e trágicos que eu já vi numa série, tem tanta coisa pra se destrinchar desse episódio, enfim essa temporada é uma volta aos trilhos depois da bagunça de plots que é a quarta.

ian_romano
Fênix
5 meses atrás

Embora já tenha comentado aqui, vou comentar de novo pois agora tenho feito comentários mais longos (que, acredito, ninguém lê, mas servem para eu mesmo reler depois) e algumas opiniões minhas mudaram um pouco. É difícil decidir qual é a melhor temporada. A segunda, a terceira e esta daqui estão bem emparelhadas. Digo, está tem dois episódios nota 10

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

(The Body e o último), mas, por mais que Glory seja uma boa vilã no conceito (uma DEUSA, oras), os vilões da segunda e da terceira são mais marcantes. A segunda e a terceira ainda tem aquela pegada de colégio, os personagens estão mais verdes, mais leves, embora a série já seja séria, bem escrita e sombria quando necessário. Mas, essa quinta temporada tem a ideia da Dawn, que é muito boa. Enfim, sempre acho difícil decidir, mas normalmente essa temporada fica abaixo da segunda e da terceira, mas por muito pouco.
Acho o tratamento com Riley e com Spike aqui um pouco forçados também. Spike em alguns momentos exagera em ser bonzinho, típico personagem que ganha apelo popular e o roteiro precisa força-lo entre os mocinhos. Já Riley funcionava na quarta temporada mas aqui ele fica sem sal, tiveram que forçar a saída dele também. Glory é uma vila legal, poderosa, mas não é tão engraçada quanto o prefeito, embora funcione muito bem como vilã de temporada. Temos aqui também a morte mais marcante da série, pela execução muito bem feita no episódio The Body.
01/79 – Buffy Versus Drácula – Claro, o vampirão mais famoso tinha que dar as caras aqui. O episódio é hilário, com a figura do Drácula evocando o charme e medo típico do personagem, mas permeado com um tom de pastiche típico da série. A reação da Buffy ao encontrar o Drácula é engraçada, inclusive a situação do Xander também, que é hilária. Respeita a mitologia do vampirão com referências aos filmes e livro do Drácula. Aliás, começar a temporada com o Drácula gera a expectativa de que ele será o vilão da temporada. Bom, pelo menos em mim gerou e dá primeira vez que assisti não gostei tanto por esse motivo. Mas, revendo sem essa expectativa, é um ótimo episódio, filler, mas muito bom. No fim, temos a breve estreia da Dawn – Nota: 9.
02/80 – Meu Verdadeiro Eu – A vilã do episódio é a Harmony. A HARMONY. Pois é. Embora tenha sido divertido ver ela chamando os capangas dela de minions. Enfim, focado na Dawn, o episódio foi exatamente para dar o tom que a nova personagem terá na série. A piada dela falando que o Xander trabalhou infiltrado é ótima. Nota: 8.
03/81 – A Substituição – Xander mais uma vez focado para discutir a questão dele não ter nada de sobrenatural. Aqui aproveitam do irmão gêmeo dele para fazer um episódio de gêmeos sem precisar de efeitos especiais. O episódio deixa bem em evidência que costumamos ter uma visão negativa do Xander. Quero dizer, ele foi dividido entre um confiante e um fracote, ou seja, nenhum deles era o Xander de verdade. Mas, por algum motivo, achamos que o fracote é ele normal. Não é. Assistam com atenção, o Xander fracote é bem menos autoconfiante e atrapalhado que o Xander normal. Termina com a cena do Riley falando que a Buffy não ama ele, que é uma cena muito boa e repentina. Nota: 8.
04/82 – Fora De Controle – Spike surta de vez e percebe que está a fim da Buffy. Era o curso natural, que os dois fossem ter um romance, acho que a série não conseguiria fugir disso, e no geral tratam e desenvolvem bem isso, se bem me lembro. Riley e Buffy na temporada anterior era quase sem problemas, mas a série precisa de conflito, então aqui começa a trabalhar um pouco mais as inseguranças do Riley no relacionamento, além de tentar amarrar o que ficou solto em relação à Iniciativa na temporada anterior. Nota: 8.
05/83 – Não Há Lugar Como Nosso Lar – Finalmente a estréia da Glory, a vilã da temporada. E finalmente é revelado a natureza da Dawn. Tipo, fico pensando o que passou na cabeça dos telespectadores da época. Do nada aparece uma irmã da Buffy, devem ter achado que foi uma daquelas coisas que aconteciam nas séries dessa época, que personagens sumiam ou eram criados entre temporadas e ninguém se importava. Eu, antes de assistir, achava que iam dar a desculpa de que ela morava com o pai, mas os escritores tiveram uma ótima ideia, colocaram uma personagem nova e conseguiram que isso acontecesse de forma orgânica dentro da lógica do seriado. A cena que a Buffy descobre que a Dawn não é sua irmã é muito boa, aliás, não lembrava dela. Nota: 9.
06/84 – Família – Joss Whedon, quando dirige um episódio, não decepciona. “We are Family” é um dos grandes momentos da série. Finalmente deram um pouco mais de destaque para Tara e o episódio tem um tom crítico ao machismo e à submissão, inclusive com uso da gaslight. E pensar que essa mensagem progressista veio do Joss Whedon que sabemos o que fazia nos sets de filmagem. Conta ainda com uma Amy Adams antes da fama, em um de seus primeiros papéis. Nota: 9.
07/85 – Louco De Amor – Episódio pautados em flashbacks costumam ser perigosos pois podem soar como interrompendo a trama ou enrolados e com isso terem notas mais baixas, mesmo quando bons. Mas, quando realmente bem executados acabam ganhando avaliações positivas. E, querendo ou não Spike é um personagem que o pessoal gosta e mostrar seu passado foi bom. A interação dele com a Buffy no episódio foi boa, embora a conclusão dele bonzinho foi meio estranha, considerando a natureza de vampiro dele. Nota: 9.
08/86 – A Sombra – Continua mais a trama da Glory e a trama da doença da Joyce, que é uma das tramas principais da temporada. A cobrona é um efeito especial meio datado e também não é um vilão tão memorável. Mas a trama carrega no emocional em relação à Joyce, pelo menos. Nota: 8.
09/87 – Ouvindo O Medo – Episódio fraquinho, de memória o pior da temporada e um dos piores da série. Nem lembrava dele, para terem uma idéia, e estou vendo pela terceira vez e lembrei de todos, acho. O monstrengo é fraco, a trama não é tão interessante, exceto, talvez, pela Joyce falando maluquices do nada ou a cena no final em que falam para protegerem a Dawn mesmo não sendo delas. Não temos boas piadas, a ação não é nada demais. Serve apenas para desenvolver mais a questão da doença da Joyce, que, querendo ou não, é uma trama importante para a temporada. Nota: 7.
10/88 – Na Floresta – Lembrava desse episódio ser um pouquinho melhor. Muita falação, e ele parece clocar a culpa de todo rolê na Buffy, quando Riley tem quase tanta culpa, talvez até mais, já que ele simplesmente não falava. A lição aqui é que comunicação é MUITO importante num relacionamento, tanto que o Xander até vai conversar com a Anya e deixar tudo que ele sente claro. E foi curioso que o Xander seja quem toma as dores e guia a Buffy, acho que foi pela razão de que ele quem sabia, já que o Riley já tinha revelado para ele que sentia que Buffy não o amava. Enfim, pelo menos a cena do Riley indo embora de helicóptero com a Buffy correndo no fundo é muito boa e o ator finalmente entregou uma boa performance, pois como ator ele não tinha sido tão grandes coisas assim na série. Nota: 8.
11/89 – O Triângulo – Episódio para desenvolver mais a Anya e o relacionamento dela com a Willow. Embora não seja um episódio muito memorável, seja pela comédia ou pela ação, tem sua dose de cenas boas, como o momento que o troll revela ser um ex da Anya ou quando ele pede para o Xander escolher qual das duas vai ficar viva. Nota: 8.
12/90 – O Grande Teste – Ai, esse pessoal do conselho é chatoooooooo. Mas, apesar desses malas estarem presentes, o episódio é bom e divertido. Mas o grande diferencial é o cliffhanger no final, em que finalmente é revelada a natureza da Glory, além da cena da Buffy pondo o conselho em seu devido lugar. Nota 9.
13/91 – Laços De Sangue – Foi só contar pro povo que a Dawn descobriu. É foda, mas também já tinha passado da hora de todos saberem. A reação dela é a que se esperaria mesmo mas nem por isso o episódio é ruim. Gosto da execução e além disso tem uma grande reviravolta na questão do Ben, que aconteceu até mais cedo do que eu lembrava. Esse e o episódio anterior são aqueles episódios meio continuação um do outro que dá uma avançada grande na trama do vilão principal da temporada, algo típico das séries dos anos 1990 e Buffy não foge à regra. Nota: 9.
14/92 – Paixões – Spike quando focado sempre rende bons episódios e esse daqui não foge à regra. E ele ficou bonzinho mesmo, pelo jeito. As reações da Buffy quando descobre que o Spike está apaixonado são ótimas, o conflito potencializado pela presença de Drusilla gera boas cenas e a cena da Harmony fantasiada de Buffy é hilária. Nota: 9.
15/93 – Fui Feita Para Amar Você – Episódio que retoma aquele estilo clássico da série, das três primeiras temporadas. Uma ameaça com ares de sobrenatural e aí se descobre o que ela é, no caso uma robô. E é a estréia do Warren, que se tornaria (bem, meio que já é) um dos vilões da série. Desde aqui dá para perceber que ele não presta, embora não fique tão evidente assim, certeza que alguns machos aí passariam pano para ele. E, bem, Warren é um clássico incel e seria chamado assim se a série fosse hoje em dia. Agora, o gancho totalmente fora do lugar do episódio, do nada mãe da Buffy no sofá. Dá o tom de repentino mesmo para o acontecimento. Meio que ela morre é nesse episódio, e não no próximo. Nota: 8.
16/94 – Este Corpo – Sério, daria para escrever infinitamente aqui só sobre esse episódio. É quase perfeito, e se fosse de uma série atual teria 9.8 ou 9.9 no IMDB, certeza. 9.7 é uma nota injusta. E isso que considero esse o segundo melhor da série, atrás apenas do Once More, With Feeling. Mas no IMDB está como terceiro, atrás também do Hush, o que para mim é meio inexplicável, já que The Body é muito melhor. Bem, trás talvez uma das cenas de morte mais realistas já vistas nas telas. Não que realismo deva ser regra em produções, mas aqui a proposta foi exatemente essa e foi executada de forma perfeita em todos os detalhes. E é essa ideia que trás o impacto do episódio. Buscou-se que a morte da mãe da Buffy realmente impactasse e para isso utilizaram o contraste de uma série de fantasia em que uma das personagens morre de causas naturais, e não nas mãos de um vampiro ou monstro. Só isso já é uma ideia muito boa, e terem feito a execução da forma que fizeram melhora ainda mais, sem glamour, sem cenas poéticas, sem gritos exagerados, é tudo feito de uma forma que se assemelha muito à reação de uma morte. Os planos sequências iniciais que dão a urgência e fazem com que o foco fique em toda aquela situação. Depois temos ângulos cheios de significado que precisariam de uma análise visual, portanto não vou ficar comentando aqui. Aí temos falas perfeitas, os diálogos de Buffy no telefone, com Giles, com os enfermeiros, e tudo isso executado com uma atuação perfeita da Sarah Michelle Gellar, digna de um Emmy (que jamais ganharia, já que Buffy era uma série inafanto-juvenil). E isso eu estou falando apenas dos 10 primeiros minutos do episódio. Aliás, olhei aqui e esses são na verdade os CINCO primeiros minutos. Juro, achava que essa cena durava quase um terço do episódio, mas ela é bem curta, para verem o quanto é impactante. Aí temos mais diálogos inspiradíssimos, com a reação de cada um com a perda, Willow confusa, se atendo a futilidades para evitar pensar na real situação, Xander procurando algo para culpar, para tentar justificar e suportar a situação (e, no fim, não temos culpados) e Dawn, vivendo sua vida de forma bem adolescente quando é interrompida de súbito com a notícia. Temos o pensamento da Buffy, imaginando sua mãe ainda viva e com tudo dando certo, pensamento bem realista também, quando perdemos alguém é o tipo de flash que passa na mente, e a forma como ela pensa nele de novo quando o médico fala que não havia nada que ela pudesse fazer é emblemático, é a aceitação. O diálogo de Buffy com a Tara é muito bom também. O episódio também não abandona o humor típico da série, embora aqui ele ocorra de forma bem sutil, como a Anya guardando a blusa ou o corte com a Dawn chorando. E, na minha visão, o episódio tem apenas dois defeitos dignos de nota (enquanto Once More With Feeling, se bem me lembro, tem apenas um). Um é que a ideia da morte realista gera um episódio com um tom bem alheio ao do resto da série. Parece que foi dirigido por alguém de outro seriado, é fora do estilo do resto dos episódios (e foi dirigido pelo Joss Whedon). Como se o fato de ser tão bom é por ele ser exatamente fora do ritmo que a série nos acostumou. Mas, bem, isso não é um problema tãaaao grande, afinal no fim é um episódio que realmente vale a pena. Agora, meu primeiro pensamento quando Dawn vai ver o corpo (curiosamente, foi o primeiro pensamento da minha noiva também) foi “não vão estragar o fim do episódio com algum mosntro, não, né?”. E, bem, foi o que fizeram. O episódio realista, no fim, tem que ser um episódio de Buffy, com uma luta no fim, com ação, quase como se os realizadores não estivessem tão convictos de que o que já tinham belamente entregado seria suficiente. Agora, apenas nessa terceira vez revendo a série é que estou considerando que isso, que tinha me incomodado muito antes, não é tão grave assim. O ataque do vampiro até mantêm um pouco o tom do episódio, é um ataque com pouca trilha, lento, sem lutas espalhafatosas, embora eu ache que deveria ter sido até mais curto, aí se manteria mais fiel ao tom do episódio. E, nossa, não lembrava do corte brusco no final, muito bom também. Enfim, um dos melhores episódios da história das séries na minha opinião. Nota: 10.0
17/95 – Para Sempre – E na rebarba de um dos melhores episódios da história da televisão temos esse episodiozinho meio sem graça. Uma pontinha do Angel, a interação da Dawn com o Spike é legal, mas o episódio serve mesmo para tentar justificar o motivo de não ressuscitarem a Joyce, tendo em vista que teremos ressuscitamento na próxima temporada. É por este exato motivo, aliás, que ele acaba sendo bem importante. Até gosto da quebra da expectativa, da Dawn rasgando a foto e acaba que não vemos a Joyce ressuscitada. É um episódio necessário para as consequências da morte da Joyce e acho que é a melhor execução que eles poderiam fazer, mas, mesmo assim, não é um episódio tão bom, e olha que eu até tinha gostado bastante das duas primeiras vezes que eu vi. E só eu que fiquei com dó da cobrona de três cabeças? Estava de boa no seu ninho e perdeu dois ovos a troco de nada. Nota: 8.
18/96 – A Intervenção – Lembrava como se a Robôbuffy aparecesse mais, já deram fim nela? E no fim o Spike fez essa bizarrice de robô mas pelo menos manteve a boca fechada e saiu (justamente) como herói. Todo estropiado, mas foi herói e ainda ganhou um beijo da Buffy. Já a trama da Buffy não é muito interessante mesmo. Digo, certeza que só queriam um pretexto para que ela não estivesse na cidade para ter a trama da Robôbuffy mas poderiam ter preenchido com algo melhor. Sério que o retiro das caçadoras é do lado de Sunnydale? Nota: 9.
19/97 – Amor Violento – A briga da Willow com a Tara não foi tão legal, mas a trama da Buffy com a Dawn eu gostei, dá as mostras de como vai ser a relação das duas e a Buffy tendo que bancar a dona da casa. Tara ficando louca foi trágico também, resultando no bom gancho no fim do episódio. Nota: 8.
20/98 – A Espiral – Esse episódio é bem tenso. A cena da perseguição no trailer é muito boa, uma das melhores de ação da série. E os personagens sitiados e indefesos é uma parte muito boa também. A parte que o cara lá do Prison Break conta sobre e a Glory e a Chave é meio longa e expositiva, mas acho que era necessária para sabermos mais sobre as personagens. Nota: 9.
21/99 – O Peso Do Mundo – Espisódio bem fraquinho, difícil eu considerar um episódio da série como desnecessário, mas esse daqui se enquadra. O trecho da Dawn com a Glory/Ben é longo e sem graça, só uma enorme falação que no fim não serve de nada. Willow na cabeça de Buffy também não trás nada de tão interessante, o papo sobre desistir nem foi tão legal assim. Nota: 7.
22/100 – O Dom – Um dos melhores episódios da série. Sério, não seria nenhum absurdo se tivesse terminado aqui, seria um final redondinho justo no episódio cem. Xander e Anya casados, Giles aposentado do trabalho de Guardião com sua lojinha, Willow e Tara juntas cuidando da Dawn e Buffy descobrindo que seu “gift” ser a morte significa o sacrifício dela para que seus amigos continuem vivos e bens. Fecharia muito bem, mas ao mesmo tempo seria um pecado pois ficaríamos sem a Dark Willow, o Once More With Feeling (melhor episódio da série) e diversos outros bons momentos que a série entregaria. Inclusive, vemos Buffy morrer mas não gera tanto impacto já que sabemos que ela com certeza vai ser ressuscitada na próxima temporada. E, sim, isso enfraqueceu esse episódio para mim quando vi dá primeira vez e não gostei tanto. Mas, quando vemos a forma genial como tratam a Buffy ressuscitada na próxima temporada vemos o motivo dessa série ser diferenciada e o sacrifício de Buffy soa bem diferente, não é só uma apelação do roteiro, é algo que vai ser usado como recurso roteirístico para tratar de depressão. E, então, quando vi o episódio pela segunda vez (e agora pela terceira), considera o terceiro melhor da série. Once More e The Body em primeiro e segundo, esse em terceiro. Bem, temos mais uma cena do Giles retomando ações de quando ele era o Ripper, algo que ele faz pontualmente ao longo da série, ninguém vê, não é citado, não tem desenvolvimento (um dos poucos pontos baixos da série, embora a cena dela matando o Ben, isoladamente falando, é boa). A ação é ótima, a torre, a batalha com todos os personagens, Buffy descendo o cacete na Glory, a cena de Buffy se sacrificando, o DRAGÃO voando do nada, e, claro, Spike sendo um completo inútil, apanhando para um demônio velho e sem nada de demais. Enfim, um dos grandes episódios da série. Nota: 10.0.


Nota da Temporada: 9.7.

breno_235
Breno
11 meses atrás

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dafnems
Dafne
½
2 anos atrás

Melhor temporada sem dúvidas, ganha de lavada de muita série atual.

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½
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Alyson Hannigan

(Willow Rosemberg)
Clare Kramer 1 18

Clare Kramer

(Glory)
Sarah Michelle Gellar 117 1,9K

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(Buffy Summers)
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