Todo verão, Luce, uma excêntrica pintora com seus 50 anos, gasta seu tempo em um pequeno e isolado município, que está em ruínas no sul da França, rodeado por convidados. Este verão em particular, os seus convidados são Max Bernier (uma antiga paixão e um autor alcoólatra), seu amante atual (um advogado chamado Bisorgueil), e três amigos dele que ela ainda não conhece: Rhino, Gros e Alex. Depois de terminar as suas compras na cidade, estes três incógnitas atacam um caminhão blindado e fogem com 250 kg de ouro. Eles, então, voltam para a casa de Luce, contando com ela para ocultá-los até o fim do verão...
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a montagem e fotografia são interessantes mas pra mim foram as únicas coisas interessantes
1 hora e meia que pareceram durar uma eternidade.
Esses diretores precisam aprender que de NADA adianta esses truques visuais se não sabem o básico: criar uma história minimamente interessante.
Uma ultraestilização com referências de Tarantino, Sergio Leone, Jodorowsky e Blaxploitation. O filme é plasticamente lindo mas vazio e desinteressante já que não se aprofunda em nenhum personagem, o que faz com que a gente não se importe com nenhum deles. O desenho sonoro chama atenção também, o exagero das roupas de couro e os tiros de uma simples pistola que mais parecem bombas. Mesmo com a montagem interessante e os enquadramentos milimetricamente planejados, não é o suficiente pra prender a atenção do espectador.
E se wes anderson canalizasse tarantino pra dirigir um faroeste com toques de new french extremism? "Cadáveres Bronzeados" é o nome da cafonice coreografada.