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Marina se casa com um viúvo quarentão, proprietário de um sítio no litoral de São Paulo. Sua nova vida só lhe traz decepções: o marido vive de bebedeiras, e ela é cobiçada pelos homens do lugar. Seu único conforto é o menino Chico, cuja avó é adepta da "macumba". Um marinheiro se enamora de Marina; a paixão é recíproca. Através da macumba, Marina consegue livrar-se do marido e, assim, poder viver seu amor.
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O cinema brasileiro antigo, sempre foi cercado por grandes ambições, mas péssimas condições para realização dos filmes.
Fiquei muito surpreso ao ver um filme tão bem-feito. Que qualidade magnífica. Fiquei apaixonado pela fotografia e a restauração valoriza muito isso. Eliane Lage é o ápice do filme.
- estúdio vera cruz sempre surpreendendo, tentaram de verdade inovar o cinema nacional, pena que durou tão poucos anos
- tadinho do chico, melhor personagem, não merecia aquele destino
- manuel, arrombado maldito, pior de todos, ódio
- gostei muito como o filme conduz a história, nos apresenta a ilha, os personagens e a escalada dos acontecimentos muito bem realizados
Acabei de ver na Cinemateca, após uma masterclass contando brevemente a história da Cia. Vera Cruz.
É de se admirar saber que esse foi o primeiro longa do estúdio de SBC, e ainda mais com essa qualidade de direção, fotografia e arte. Um feito!
Eliana Lage (Mariana) e Mário Sérgio lindíssimos, e Abílio Pereira (José) desprezível do começo ao fim.
Mais uma vez, Eliane Lage rouba a cena!
Filme 056/2024
Visto em 21/04/24
A primeira produção da Vera Cruz narra o drama de uma jovem que se casa com um homem autoritário em uma aldeia de pescadores. Agita-se a vida uniforme do local por conta da moça, mas ela não consegue se relacionar com o marido, provoca ciúmes e antigas hostilidades se acentuam. Estrelado pela brilhante Eliane Lage, muito bonita e competente no quesito atuação, "Caiçara", sem sombra de dúvida, é uma joia do cinema nacional. O elenco de apoio é esforçado também. Foi o primeiro filme que assisti em meados dos anos 80, no extinto Cine Brasil, antiga sessão de filmes nacionais que era exibida na TV Cultura de SP, com comentários do saudoso crítico Rubens Ewald Filho.