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Data de lançamento
16 Ago. 2024Duração
Lançado originalmente em 1979, Calígula ganha nova versão com cenas inéditas em comemoração aos 45 anos da produção. O filme que chocou o público nos anos 70, Calígula: O Corte Final expande a trama épica do jovem ambicioso Calígula (Malcolm McDowell) que assume o trono do Império Romano após assassinar seu avô adotivo (Peter O'Toole) por desconfiar de sua participação na morte de sua família. Tomado pelo poder, Calígula transforma a corte em uma espiral decadente de violência, depravação, corrupção e crueldade. O tirano mata tanto seus amigos e familiares quanto seus inimigos, e toma decisões políticas devastadoras por ego e prazer.
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Após 45 anos, essa versão com cortes e várias cenas adicionais, mostram o reinado de um tirano imperador depravado e devasso. Para quem já assistiu o filme original em 1979, essa versão apresentada aqui é menos erótica, porém com mais barbaridades. Calígula era um doente mental mimado que tinha como amante sua irmã Drusilla. Para assumir o trono de Roma ele assassinou seu avô Tibérius e em seu curto reinado de terror ele conseguiu: condenar e assassinar todos seus amigos, humilhar seu exército, prostituir as esposas dos Senadores e nomear seu cavalo Incitatus como Cônsul. De minha parte, poderia ter passado muito bem sem assistir isso. Me arrependi - não recomendo.
Filme, atuações e efeitos fracos.
Mas foi muito relevante ver esse corte final, sem tanta ênfase em pornografia e pelos pubianos.
É mais uma história de ascenção e queda do Calígula que foi pontuada, assim como a era retratada, pelo que hoje consideramos depravação.
Seria bem menos mamilos polêmicos dessa forma. O anterior chega a ser intragável na explicitude de situações.
Ficou com mais cara de épico e menos de pornô. Mas achei que algumas transições ficaram fracas, sem explicação.
Tem bem menos pentelhos que a versão original.
Não tive a chance de ver a versão original, mas sempre tive conhecimento do papel de Calígula na história do cinema. Um filme polêmico, explícito, e com um grande elenco. Não é de todo ruim, achei que expressou bem o retrato do Império Romano. O que me prendeu de fato foi Malcolm McDowell, que me hipnotiza muito com a sua atuação. Adorei ver a Helen Mirren tão novinha (e belíssima!).