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Data de lançamento
20 Nov. 2015Duração
Nova York, início da década de 1950. Therese Belivet (Rooney Mara) está trabalhando em uma loja de departamento de Manhattan e sonhando com uma vida mais gratificante quando conhece Carol Aird (Cate Blanchett), uma mulher sedutora presa em um casamento fracassado. Já no primeiro encontro ambas sentem uma atração imediata e ardente, seguida de um sentimento mais profundo. Quando o envolvimento de Carol com Therese vem à tona, o marido de Carol a afronta, desafiando sua competência como uma mãe. Carol e Therese se refugiam na estrada, deixando para trás suas respectivas vidas, e logo se vêem encurraladas entre as convenções e a atração mútua.
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sem uma mulher mais velha ferrando com a sua vida
Bonito filme, nunca tinha parado para pensar na dificuldade dessas mulheres em outras épocas, imagina do século 19 pra trás
Um filme intenso, sensível e delicado. Enredo, figurino, elenco, atuações e direção fantásticas.
Quando apareceu "The Weinstein Company" orgulhosamente apresenta, já imaginei que seria problemático.
Cate Blanchett atua muito mal mesmo em cena, com suas caras e bocas exageradas sendo usadas o tempo todo, é tudo tão exagerado que em alguns momentos parece que estamos vendo uma paródia erótica de um romance. Já Rooney Mara tem uma atuação mais contida e crível, mas mesmo assim a química entre elas não é boa na tela pois temos uma personagem acanhada demais e servente e outra que dita as regras da relação e controla tudo, o relacionamento acaba sendo pouco convincente, ficando um verdadeiro marasmo, não sentimos aquele clima de alegria entre elas, é tudo muito moroso, o relacionamento é quase como um contrato, como se o diretor tivesse pensado que pela história se passar nos anos 50 a relação deveria ter uma mulher totalmente dominante e uma mulher totalmente servente, bem problemático isso, não existe nuances. A única trama que tem impacto nas duas horas de filme é a da guarda da filha abordando os preconceitos da época, mas ela só acontece no final e tem uma resolução muito apagada e no piloto automático.
Somando a isso a trilha sonora é simplesmente horrível e funciona como um sonífero durante todo o filme, até mesmo no encerramento do filme a trilha sonífera não abandona seus sons de violinos exagerados e enfadonhos, quando deveria puxar para algo mais impactante ou emotivo prefere continuar apostando no frio e no distante. Quando aparece os créditos finais chega até dar um alívio.
Esse é apenas um filme natalino normal, para um filme de Natal com certeza é acima da média, mas não é muito mais do que um filme conforto natalino, o destaque mesmo é da fotografia, do figurino e da direção de arte que são os pontos fortes da obra e nos remete aquelas maquetes natalinas, onde temos carros antigos, trens, comércios e pessoas com ternos e chapéus andando nas ruas, ao lado de decorações de Natal. Essa obra natalina pelo menos aborda alguns dos preconceitos da época, ainda que de forma rasa.
*último dos assistidos em 2024*
essa bosta de site não da pra upar a data real de nada que lixo meu deus