Obra interessante que ganha pontos justamente por fugir da velha cartilha de Hollywood de "tiro, porrada e bomba" ininterruptos. Em vez de focar em soldados imbatíveis, o roteiro joga luz sobre o lado mais burocrático, desgastante e irônico do conflito: uma unidade americana designada para consertar o sistema de água de uma vila que eles mesmos ajudaram a destruir.
A direção do brasileiro Fernando Coimbra em sua estreia em Hollywood é muito segura. Ele opta por construir uma tensão silenciosa na rotina e no abismo de comunicação entre os soldados e os moradores locais. O elenco, liderado por Nicholas Hoult (e com um Henry Cavill bem cascudo), entrega boas atuações que sustentam o ritmo mais cadenciado do filme.
As cenas de ação não são o foco principal, mas quando acontecem, são pontuais, cruas e bem executadas. Não é um filme revolucionário e o ritmo pode parecer arrastado para alguns, mas é um drama de guerra honesto, pé no chão e que levanta questionamentos válidos sobre a ocupação americana.
Não entendo certas notas aqui, ta que não merecia 5.0, mas 3.2 também é um pouco baixo. O filme tem lá suas falhas, mas no contexto até que vale a pena. Ideal para quem quer entender o que é terrorismo causa nos cívis de um país em Guerra!
A Netflix já produziu muito conteúdo de qualidade sobre guerras mas este filme é decepcionante. O filme dirigido pelo brasileiro Fernando Coimbra se mostra descartável e não empolga pelas cenas de ação meia boca, roteiro genérico e atuações abaixo da média.
Tudo bem que a proposta não era ser um filme de ação eletrizante e sim um visão mais intimista sobre os "dilemas existenciais" de soldados enviados para uma guerra sem qualquer preparo psicológico e ou sequer ter um entendimento crítico sobre aquela realidade. Com muitos encarando a guerra como se fosse a oportunidade de se divertir num videogame da vida real.
O problema do filme é que tudo é retratado de forma desinteressante, tendo como pano de fundo a questão do conserto de uma estação de distribuição de água, onde soldados e moradores locais são obrigados a unir forças para resolver a situação. Não há aprofundamento dos dilemas propostos, todas as discussões são tratadas com banalidade e o desfecho é preguiçoso e não sugere nada relevante.
Então é um filme de guerra que não funciona na parte de ação e muito menos na sua proposta dramática/reflexiva. Atira pra todo lado e não acerta em nada, total perda de tempo...
Obra interessante que ganha pontos justamente por fugir da velha cartilha de Hollywood de "tiro, porrada e bomba" ininterruptos. Em vez de focar em soldados imbatíveis, o roteiro joga luz sobre o lado mais burocrático, desgastante e irônico do conflito: uma unidade americana designada para consertar o sistema de água de uma vila que eles mesmos ajudaram a destruir.
A direção do brasileiro Fernando Coimbra em sua estreia em Hollywood é muito segura. Ele opta por construir uma tensão silenciosa na rotina e no abismo de comunicação entre os soldados e os moradores locais. O elenco, liderado por Nicholas Hoult (e com um Henry Cavill bem cascudo), entrega boas atuações que sustentam o ritmo mais cadenciado do filme.
As cenas de ação não são o foco principal, mas quando acontecem, são pontuais, cruas e bem executadas. Não é um filme revolucionário e o ritmo pode parecer arrastado para alguns, mas é um drama de guerra honesto, pé no chão e que levanta questionamentos válidos sobre a ocupação americana.
O filme tem seus problemas, mas consegue ser profundo em muitas de suas cenas. Boa estreia de Fernando Coimbra em Hollywood.
Não entendo certas notas aqui, ta que não merecia 5.0, mas 3.2 também é um pouco baixo. O filme tem lá suas falhas, mas no contexto até que vale a pena. Ideal para quem quer entender o que é terrorismo causa nos cívis de um país em Guerra!
Netlix
25/11
da netflix depois de 2017 sempre mediano nos seus conteudos
A Netflix já produziu muito conteúdo de qualidade sobre guerras mas este filme é decepcionante. O filme dirigido pelo brasileiro Fernando Coimbra se mostra descartável e não empolga pelas cenas de ação meia boca, roteiro genérico e atuações abaixo da média.
Tudo bem que a proposta não era ser um filme de ação eletrizante e sim um visão mais intimista sobre os "dilemas existenciais" de soldados enviados para uma guerra sem qualquer preparo psicológico e ou sequer ter um entendimento crítico sobre aquela realidade. Com muitos encarando a guerra como se fosse a oportunidade de se divertir num videogame da vida real.
O problema do filme é que tudo é retratado de forma desinteressante, tendo como pano de fundo a questão do conserto de uma estação de distribuição de água, onde soldados e moradores locais são obrigados a unir forças para resolver a situação. Não há aprofundamento dos dilemas propostos, todas as discussões são tratadas com banalidade e o desfecho é preguiçoso e não sugere nada relevante.
Então é um filme de guerra que não funciona na parte de ação e muito menos na sua proposta dramática/reflexiva. Atira pra todo lado e não acerta em nada, total perda de tempo...