Um filme nostálgico e belo, que deixa você com uma sensação de melancolia.
Acompanhamos a vida de Ben Halper, de seu casamento até a velhice, ao mesmo tempo que acompanhamos também o progresso da pequena cidade que ele escolheu para viver.
Enquanto para ele aquela cidadezinha era seu ideal de vida, sua esposa não pensava da mesma forma, o que acaba desencadeando a primeira tragédia de sua vida, a morte da esposa. Infelizmente para Ben, seu filho parece ter herdado a ambição e os sonhos da mãe, não se contentando com a vida tranquila e pacata na pequena Sevillinois, o que desencadeia já quase no fim da narrativa, a segunda tragédia, a morte do único filho.
Por isso, o final nos deixa com um gosto amargo, mesmo sendo um homem íntegro, que nunca prejudicou ninguém e nunca ambicionou mais do que exercer com dedicação a profissão que escolheu, a vida não o poupou de grandes tragédias. Mas ele seguiu firme, até a velhice, com a filha que lhe restou, a neta e os amigos na sua amada cidade.
Um homem íntegro, simples, cuja vida se resumia às paredes de sua barbearia, que havia lhe dado tudo que possuía. Não ambicionava mais e era feliz assim, acreditava que a vida, apesar das fatalidades e perdas, sempre tem um lado bom e como diz o título e a canção tema devemos "esperar até que o sol brilhe".
Nostálgico filme sobre as esperanças e decepções de um barbeiro (David Wayne) numa pequena cidade do Illinois ao longo da primeira metade dos anos 1900. Fotografia de Leon Shamroy. Trilha sonora de Alfred Newman. Baseado no romance de Ferdinand Reyher. Um dos mais belos que já assisti. Entrou fácil para minha lista de favoritos.
Um filme nostálgico e belo, que deixa você com uma sensação de melancolia.
Acompanhamos a vida de Ben Halper, de seu casamento até a velhice, ao mesmo tempo que acompanhamos também o progresso da pequena cidade que ele escolheu para viver.
Enquanto para ele aquela cidadezinha era seu ideal de vida, sua esposa não pensava da mesma forma, o que acaba desencadeando a primeira tragédia de sua vida, a morte da esposa.
Infelizmente para Ben, seu filho parece ter herdado a ambição e os sonhos da mãe, não se contentando com a vida tranquila e pacata na pequena Sevillinois, o que desencadeia já quase no fim da narrativa, a segunda tragédia, a morte do único filho.
Por isso, o final nos deixa com um gosto amargo, mesmo sendo um homem íntegro, que nunca prejudicou ninguém e nunca ambicionou mais do que exercer com dedicação a profissão que escolheu, a vida não o poupou de grandes tragédias. Mas ele seguiu firme, até a velhice, com a filha que lhe restou, a neta e os amigos na sua amada cidade.
Um homem íntegro, simples, cuja vida se resumia às paredes de sua barbearia, que havia lhe dado tudo que possuía. Não ambicionava mais e era feliz assim, acreditava que a vida, apesar das fatalidades e perdas, sempre tem um lado bom e como diz o título e a canção tema devemos "esperar até que o sol brilhe".
Bom drama que acompanha a trajetória de vida de Ben Halper a partir de seu casamento em fins do século XIX até à época do fim da segunda guerra.
Nostálgico filme sobre as esperanças e decepções de um barbeiro (David Wayne) numa pequena cidade do Illinois ao longo da primeira metade dos anos 1900. Fotografia de Leon Shamroy. Trilha sonora de Alfred Newman. Baseado no romance de Ferdinand Reyher. Um dos mais belos que já assisti. Entrou fácil para minha lista de favoritos.