Em Londres, a esposa grávida de um industrial desce as escadas, perde a visão e não se lembra dos acontecimentos, mas suspeita que uma experiência mentalmente traumática antes da queda causou seu acidente.
Com um talentoso trio de protagonistas, é um drama psicológico com temática bastante ousada para a época.
SPOILERS ABAIXO:
Patricia Neal é Allison, uma mulher que está cega, mas não por algum problema físico, mas psicológico. A cegueira é motivada por algum trauma que a princípio não é revelado, mas com o desenvolvimento da trama, descobrimos os segredos que pairam sobre aquela família.
Quando Robin (Samantha Eggar, belíssima) vem morar com Alisson e seu marido Eric (Curd Jurgens), compreendemos o que está acontecendo. Robin e Eric já tiveram um relacionamento, e enquanto ela não se furta a instigar o cunhado, este reluta em se entregar à atração que sente pela garota.
Ao final descobrimos que a cegueira de Alisson originou-se no momento em que viu o marido e a irmã na cama, e que teria acontecido 5 anos antes aos acontecimentos do filme, que se passa em1964 (daí o título original "Psyche 59) e aquilo bloqueou sua visão, como se fechando os olhos para a cena, fosse se proteger da profunda mágoa e decepção com as pessoas que ama.
Patricia Neal e Carl Jurgens, dão a carga dramática necessária a seus personagens, embora não seja muito crível que um casal já passando da meia idade tenha duas filhas tão pequenas, e Samantha Eggar, rouba a cena com sua performance insinuante e sensualizada.
O ritmo é lento, diálogos longos, os personagens introspectivos em seus dramas pessoais, com exceção da voluptosa Robin, que não hesita em usar seus atributos num jogo perverso de sedução.
O final é um tanto anticlimático e insatisfatório, pois não vemos propriamente um final, e a narrativa acaba sendo um recorte da vida destas pessoas, inseridas em um labirinto de mágoas e sofrimento.
Com um talentoso trio de protagonistas, é um drama psicológico com temática bastante ousada para a época.
SPOILERS ABAIXO:
Patricia Neal é Allison, uma mulher que está cega, mas não por algum problema físico, mas psicológico. A cegueira é motivada por algum trauma que a princípio não é revelado, mas com o desenvolvimento da trama, descobrimos os segredos que pairam sobre aquela família.
Quando Robin (Samantha Eggar, belíssima) vem morar com Alisson e seu marido Eric (Curd Jurgens), compreendemos o que está acontecendo. Robin e Eric já tiveram um relacionamento, e enquanto ela não se furta a instigar o cunhado, este reluta em se entregar à atração que sente pela garota.
Ao final descobrimos que a cegueira de Alisson originou-se no momento em que viu o marido e a irmã na cama, e que teria acontecido 5 anos antes aos acontecimentos do filme, que se passa em1964 (daí o título original "Psyche 59) e aquilo bloqueou sua visão, como se fechando os olhos para a cena, fosse se proteger da profunda mágoa e decepção com as pessoas que ama.
Patricia Neal e Carl Jurgens, dão a carga dramática necessária a seus personagens, embora não seja muito crível que um casal já passando da meia idade tenha duas filhas tão pequenas, e Samantha Eggar, rouba a cena com sua performance insinuante e sensualizada.
O ritmo é lento, diálogos longos, os personagens introspectivos em seus dramas pessoais, com exceção da voluptosa Robin, que não hesita em usar seus atributos num jogo perverso de sedução.
O final é um tanto anticlimático e insatisfatório, pois não vemos propriamente um final, e a narrativa acaba sendo um recorte da vida destas pessoas, inseridas em um labirinto de mágoas e sofrimento.
Nesse caso o titulo faz jus ao filme.