Uma definição rápida desse filme seria "Alice no País das Maravilhas dirigido por Alain Resnais". Além de várias referências ao clássico de Lewis Carroll temos uma montagem não linear e com imagens piscando na tela que lembra "Eu Te Amo, Eu Te Amo", que Resnais dirigiu em 1968. Mas o essa obra-prima de Rivette não é feita só de referências como também serviu de referência a diversas obras posteriores: difícil não pensar em Cidade dos Sonhos (2001) e Império dos Sonhos (2006), ambos dirigidos por David Lynch. E as balas que as protagonistas chupam não seriam uma precursora da pílula vermelha vista em Matrix (1999)?
No começo, pelo menos a montagem parece animadora, mas no decorrer das mais de 3 horas, tudo vai ficando com sentido de repetição. Remédio para insônia.
Insuportavelmente tedioso. Essa geração Nouvelle Vague francesa e o imediato pós dela (anos 60 e 70) era um porre completo.
O outro longa do tal do Rivette que eu tinha visto, "A Bela Intrigante", era pelo menos razoável. Já esse é um nada com nada que só funciona como remédio pra insônia e olhe lá.
E se o diretor quer bancar o apreciador de belas mulheres, que escalasse então atrizes menos esqueléticas e mais carismáticas.
Uma definição rápida desse filme seria "Alice no País das Maravilhas dirigido por Alain Resnais". Além de várias referências ao clássico de Lewis Carroll temos uma montagem não linear e com imagens piscando na tela que lembra "Eu Te Amo, Eu Te Amo", que Resnais dirigiu em 1968. Mas o essa obra-prima de Rivette não é feita só de referências como também serviu de referência a diversas obras posteriores: difícil não pensar em Cidade dos Sonhos (2001) e Império dos Sonhos (2006), ambos dirigidos por David Lynch. E as balas que as protagonistas chupam não seriam uma precursora da pílula vermelha vista em Matrix (1999)?
Que filme chato é difícil de terminar kkkk
No começo, pelo menos a montagem parece animadora, mas no decorrer das mais de 3 horas, tudo vai ficando com sentido de repetição. Remédio para insônia.
Insuportavelmente tedioso. Essa geração Nouvelle Vague francesa e o imediato pós dela (anos 60 e 70) era um porre completo.
O outro longa do tal do Rivette que eu tinha visto, "A Bela Intrigante", era pelo menos razoável. Já esse é um nada com nada que só funciona como remédio pra insônia e olhe lá.
E se o diretor quer bancar o apreciador de belas mulheres, que escalasse então atrizes menos esqueléticas e mais carismáticas.
Cumplicidade para rearranjar experiências como bem entender, manipular a linguagem que se encerra ali mesmo.