Certas Pessoas segue um novo casal e suas famílias enquanto examinam o amor moderno e a dinâmica familiar em meio a culturas conflitantes, expectativas sociais e diferenças geracionais.
A proposta do filme seria propor discussões raciais mas é impressionante como isso vai por água abaixo com a quantidade de "racismo invertido" da maioria dos diálogos.
Todas as falas do Akbar seriam consideradas extremamente problemáticas se fossem ditas por um personagem branco. A parte da mãe "sem noção" (ótima Julia Louis-Dreyfus da série Seinfeld) tentando se encaixar no mundo "politicamente correto" atual, produzem os melhores momentos cômicos do filme.
No final tentam dar uma consertada na situação, com os personagens reconhecendo seus erros e prometendo mudar seus conceitos. Mas é pouco diante de tanta lacração barata que o público tem que aturar por mais de 2 horas.
Mesmo assim o filme não é um desastre total, dá pra rir em alguns momentos principalmente pelo constrangimento das situações. Então se não levarmos tão a sério a tentativa de crítica social é uma comédia aceitável.
Uma cópia piorada do bom filme: A Família da Noiva (2005), o genro branco tentando agradar o sogro negro racista, Eddie Murphy esta sem graça de coadjuvante, as únicas cenas engraçadas é dele esculachando o péssimo filme: Forrest Gump (1994) e o chapéu dele pegando fogo. Jonah Hill de protagonista arranca algumas risadas falando a história do anel da avó e mentindo sobre o confronto com o chefe, mas o filme é muito cansativo por ter quase 2 horas, o drama é raso, a trama tem alguns momentos engraçados, mas não é o suficiente para fazer o filme funcionar. Uma estreia mediana do diretor e roteirista Kenya Barris na netflix.
O elenco de veteranos manda bem e Hill até que convence com o bom moço; já sua namorada é uma personagem bem chatinha, mas o filme funciona como uma boa crítica dos costumes sociais atuais. Gostei!
Legalzinho, mas hein, que casal mequetrefe. Química zero. E não acho que o Jonah Hill atue bem, ele parece sempre fazer o mesmo papel em todos os filmes (pelo menos nos que vi até agora).
A proposta do filme seria propor discussões raciais mas é impressionante como isso vai por água abaixo com a quantidade de "racismo invertido" da maioria dos diálogos.
Todas as falas do Akbar seriam consideradas extremamente problemáticas se fossem ditas por um personagem branco. A parte da mãe "sem noção" (ótima Julia Louis-Dreyfus da série Seinfeld) tentando se encaixar no mundo "politicamente correto" atual, produzem os melhores momentos cômicos do filme.
No final tentam dar uma consertada na situação, com os personagens reconhecendo seus erros e prometendo mudar seus conceitos. Mas é pouco diante de tanta lacração barata que o público tem que aturar por mais de 2 horas.
Mesmo assim o filme não é um desastre total, dá pra rir em alguns momentos principalmente pelo constrangimento das situações. Então se não levarmos tão a sério a tentativa de crítica social é uma comédia aceitável.
Podia ser mais curto
Uma cópia piorada do bom filme: A Família da Noiva (2005), o genro branco tentando agradar o sogro negro racista, Eddie Murphy esta sem graça de coadjuvante, as únicas cenas engraçadas é dele esculachando o péssimo filme: Forrest Gump (1994) e o chapéu dele pegando fogo. Jonah Hill de protagonista arranca algumas risadas falando a história do anel da avó e mentindo sobre o confronto com o chefe, mas o filme é muito cansativo por ter quase 2 horas, o drama é raso, a trama tem alguns momentos engraçados, mas não é o suficiente para fazer o filme funcionar. Uma estreia mediana do diretor e roteirista Kenya Barris na netflix.
O elenco de veteranos manda bem e Hill até que convence com o bom moço; já sua namorada é uma personagem bem chatinha, mas o filme funciona como uma boa crítica dos costumes sociais atuais. Gostei!
Legalzinho, mas hein, que casal mequetrefe. Química zero.
E não acho que o Jonah Hill atue bem, ele parece sempre fazer o mesmo papel em todos os filmes (pelo menos nos que vi até agora).