No ano 2028 um negro voa em uma esfera à Terra Incognita. Uma infatigável bailarina ira ensiná-lo a dançar o Charleston e ele, por sua vez, levará essa música à sua terra natal.
Um "divertissement" de Renoir para mostrar o talento de dançarina de sua mulher, Catherine Hessling.
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Admitamos: é um filme-masturbação, em que o diretor gozava com a platéia, gabando-se de ser casado com uma mulher belíssima, mas que, infelizmente, não é a boa atriz que suas obras posteriores necessitavam. Por mais que o histrionismo da atriz convenha á sua personagem, ela é exagerada, ritmicamente destoante. Como o diretor resolve o problema? Genial que ele é, com a câmera lenta, aderindo às convenções impressionistas de sua época. E, não vou mentir: achei o roteiro subversivo sim. Deslumbrado, rasteiro, mas corajoso e muito divertido. Curti! (WPC>)
Um curta metragem de ficção científica subversivo, onde o africano é o civilizado e o europeu é selvagem. Em 2028 um explorador negro chega a uma França devastada pela guerra e encontra uma dançarina que lhe ensina uma dança ancestral, o Charleston. Utiliza recursos inovadores para a época, como câmeras lentas, e encanta pelo clima surrealista.
... E pensar que o ano de 28 tá perto de chegar, né? O Amyr Klink congolês aprovou o rebolado da Dª Kate. Não foi só a Simony; aparentemente o Hong Kong Fu, o Pica-Pau e o Manda-Chuva também beberam nessa fonte, nalguns episódios de seus cartoons. Ganha ⅓ de estrela extra pela inovação que propôs.
Um curta muito divertido de Renoir, ainda sob a influencia surrealista do começo de sua carreira. Também é, de certa forma, uma ode a sua mulher e musa inspiradora, Catherine Hessling, filmada dançando incansavelmente em trajes menores (para a época) e em camera lenta.