Na Paris de 1920, o filho de uma cortesã refugia-se em um mundo de fantasia após ser obrigado a terminar seu relacionamento com uma mulher mais velha, que o iniciara nos caminhos do amor.
Frears faz algo parecido com "Ligações Perigosas',principalmente nas categorias técnicas.Romance agradável,mas sem grandes momentos.Pfeiffer caiu como uma luva no protagonismo.
>Maratona Michelle Pfeiffer - Assistido em 19 de Março de 2024
Um dos poucos filmes (dentre os que vi) que usa o recurso dos offs em certa abundância (a narração) sem atravancar a narrativa, que corre bastante fluida.
“Chéri” reúne, após 21 anos, membros da equipe principal de “Ligações Perigosas”, filme vencedor de 3 Oscars. Além do diretor Stephen Frears, temos o roteirista Christopher Hampton e a atriz Michelle Pfeiffer. Curioso perceber que estas duas obras possuem alguns elementos em comum, como o cuidado técnico e a forma como abordam o sentimento amoroso – se bem que “Ligações Perigosas” é bem mais profundo, nesta discussão. Quem teve a chance de conferir a belíssima obra que Frears realizou, em 1988, ainda terminará “Chéri” com um sorriso no rosto porque temos, na cena final desta obra, mais um close cortante num rosto cansado, totalmente melancólico e que tem a certeza de que acaba de vivenciar o ponto mais baixo que a sua vida terá.
Não tem o brilho de Ligações Perigosas, mas tem Michele Pfeiffer!!!!!
legenda em BR e no site sflixtv.to
Frears faz algo parecido com "Ligações Perigosas',principalmente nas categorias técnicas.Romance agradável,mas sem grandes momentos.Pfeiffer caiu como uma luva no protagonismo.
>Maratona Michelle Pfeiffer - Assistido em 19 de Março de 2024
Um dos poucos filmes (dentre os que vi) que usa o recurso dos offs em certa abundância (a narração) sem atravancar a narrativa, que corre bastante fluida.
“Chéri” reúne, após 21 anos, membros da equipe principal de “Ligações Perigosas”, filme vencedor de 3 Oscars. Além do diretor Stephen Frears, temos o roteirista Christopher Hampton e a atriz Michelle Pfeiffer. Curioso perceber que estas duas obras possuem alguns elementos em comum, como o cuidado técnico e a forma como abordam o sentimento amoroso – se bem que “Ligações Perigosas” é bem mais profundo, nesta discussão. Quem teve a chance de conferir a belíssima obra que Frears realizou, em 1988, ainda terminará “Chéri” com um sorriso no rosto porque temos, na cena final desta obra, mais um close cortante num rosto cansado, totalmente melancólico e que tem a certeza de que acaba de vivenciar o ponto mais baixo que a sua vida terá.