The Phenix City Story de 1955, no Brasil Cidade do Vício. Bom filme, mas a intro longa me deixou um pouco relutante. Apesar de chata, ela é bem informativa e necessária, já que contextualiza os fatos reais. Uma pena que não conectei os nomes aos fatos naquele momento por não conhecer o filme. Acho que em uma segunda vez seria ainda melhor.
O filme é bom e os momentos de tensão também funcionam bem. As injustiças são grandes e a cada instante vão aumentando. Eu cheguei a pensar se os ditos cidadãos de bem nunca iriam ver algo e achar que passaram do limite.
Mataram uma criança, batiam em homens e mulheres na rua à luz do dia, e mataram o procurador-geral Albert Patterson (John McIntire), que tinha acabado de ganhar a indicação para limpar a cidade, e mesmo assim nada acontecia. O mal continuava tendo gente ao seu lado, incluindo autoridades.
Achei foda, e saber que tudo isso foi real é ainda mais assombroso. Phenix City era controlada pelo crime organizado, com jogos ilegais, prostituição e corrupção generalizada, até a morte de Patterson forçar a intervenção do estado e a declaração de lei marcial.
A cena da boneca sendo jogada na casa ficou bem artificial e, confesso, naquele momento perdeu a seriedade e eu ri. Porém não influencia o resultado final do filme pra mim.
No geral, um bom drama baseado em fatos reais, com tensão crescente e uma crítica forte à corrupção, à violência e à omissão de uma cidade inteira.
Este é provavelmente o mais violento dos filmes noir, mergulhando o espectador em um mundo onde nem as crianças escapam da brutalidade dos criminosos. Começa com um documentário de cerca de dez minutos onde são entrevistados vários cidadãos que estiveram envolvidos no conflito retratado, o que adianta vários pontos que serão retratados posteriormente. Esse tom realista é realçado até nos figurinos, já que várias peças de roupa usadas pelo elenco realmente pertenciam aos indivíduos reais em que se baseou a história. Claro que os roteiristas tomaram várias liberdades dramáticas em relação aos fatos:
John Patterson é mostrado como um apoiador dos afro-americanos mas na realidade ele concorreu ao governo do Alabama e venceu em 1958 com um discurso abertamente segregacionista. Mais tarde ele afirmou que se arrependia dessa estratégia. A menina negra morta e jogada em frente à casa de Patterson também foi criada pelos roteiristas.
Um filme com uma mensagem seria, que não só o jogo em si e o grande problema é que através dele vem outros problema como a prostituição, bebedeira, droga, assassinato e um dos maiores problema de um país a justiça corrompida entre polícia, política que é a cara do nosso País. ainda tenho esperança que a justiça seria governará nosso País e que haverá homens fiéis a Patría e a nossa nação, sei que isso vai custar a vida de muitos esse tempo chegará não sei se vou presenciar isso sei que isso vai acontecer
A nota para este filme aqui no filmow não esta condizente com seu conteúdo.
The Phenix City Story possui um conteúdo muito atual e um roteiro bem estruturado. Cidadãos se levantam contra o crime organizando, colocando suas vidas e de suas famílias em risco, contra a corrupção sistêmica. Quando homens bons percebem coisas erradas a sua volta, e se calam, o mal prevalece. Fica claro que a existência de organizações criminosas só ocorre devido a ineficácia das pessoas contidas na maquina estatal, que não querem realmente resolver este grave problema, pois se o governo quisesse, estaria investindo fortemente contra isso. As mídias com suas matérias indicando ''nunca reaja'', causam sentimentos de comodidade aos cidadãos, que acabam aceitando essa situação como algo normal. Em alguns lugares como no Brasil, o governo ainda por cima, reprime que os cidadãos possam se defender. No México atualmente, o presidente discursa ''mais abraços, menos balas'', indicando tamanha incapacidade ao lidar com um problema que assola grande parte da comunidade: A insegurança.
A trama do filme faz um bom tratamento do seu tema, mostrando as dificuldades de se combater o mal da corrupção, algo que permanece sempre atual. Suas boas intenções são prejudicadas pelo excesso de didatismo do roteiro que inicia a história na forma de um documentário em uma sequência desnecessariamente longa e pelo trabalho de direção pouco inspirado.
The Phenix City Story de 1955, no Brasil Cidade do Vício. Bom filme, mas a intro longa me deixou um pouco relutante. Apesar de chata, ela é bem informativa e necessária, já que contextualiza os fatos reais. Uma pena que não conectei os nomes aos fatos naquele momento por não conhecer o filme. Acho que em uma segunda vez seria ainda melhor.
O filme é bom e os momentos de tensão também funcionam bem. As injustiças são grandes e a cada instante vão aumentando. Eu cheguei a pensar se os ditos cidadãos de bem nunca iriam ver algo e achar que passaram do limite.
Mataram uma criança, batiam em homens e mulheres na rua à luz do dia, e mataram o procurador-geral Albert Patterson (John McIntire), que tinha acabado de ganhar a indicação para limpar a cidade, e mesmo assim nada acontecia. O mal continuava tendo gente ao seu lado, incluindo autoridades.
Achei foda, e saber que tudo isso foi real é ainda mais assombroso. Phenix City era controlada pelo crime organizado, com jogos ilegais, prostituição e corrupção generalizada, até a morte de Patterson forçar a intervenção do estado e a declaração de lei marcial.
A cena da boneca sendo jogada na casa ficou bem artificial e, confesso, naquele momento perdeu a seriedade e eu ri. Porém não influencia o resultado final do filme pra mim.
No geral, um bom drama baseado em fatos reais, com tensão crescente e uma crítica forte à corrupção, à violência e à omissão de uma cidade inteira.
Assistido em 20/08/2026
Este é provavelmente o mais violento dos filmes noir, mergulhando o espectador em um mundo onde nem as crianças escapam da brutalidade dos criminosos. Começa com um documentário de cerca de dez minutos onde são entrevistados vários cidadãos que estiveram envolvidos no conflito retratado, o que adianta vários pontos que serão retratados posteriormente. Esse tom realista é realçado até nos figurinos, já que várias peças de roupa usadas pelo elenco realmente pertenciam aos indivíduos reais em que se baseou a história.
Claro que os roteiristas tomaram várias liberdades dramáticas em relação aos fatos:
John Patterson é mostrado como um apoiador dos afro-americanos mas na realidade ele concorreu ao governo do Alabama e venceu em 1958 com um discurso abertamente segregacionista. Mais tarde ele afirmou que se arrependia dessa estratégia. A menina negra morta e jogada em frente à casa de Patterson também foi criada pelos roteiristas.
Um filme com uma mensagem seria, que não só o jogo em si e o grande problema é que através dele vem outros problema como a prostituição, bebedeira, droga, assassinato e um dos maiores problema de um país a justiça corrompida entre polícia, política que é a cara do nosso País. ainda tenho esperança que a justiça seria governará nosso País e que haverá homens fiéis a Patría e a nossa nação, sei que isso vai custar a vida de muitos esse tempo chegará não sei se vou presenciar isso sei que isso vai acontecer
A nota para este filme aqui no filmow não esta condizente com seu conteúdo.
The Phenix City Story possui um conteúdo muito atual e um roteiro bem estruturado. Cidadãos se levantam contra o crime organizando, colocando suas vidas e de suas famílias em risco, contra a corrupção sistêmica. Quando homens bons percebem coisas erradas a sua volta, e se calam, o mal prevalece. Fica claro que a existência de organizações criminosas só ocorre devido a ineficácia das pessoas contidas na maquina estatal, que não querem realmente resolver este grave problema, pois se o governo quisesse, estaria investindo fortemente contra isso. As mídias com suas matérias indicando ''nunca reaja'', causam sentimentos de comodidade aos cidadãos, que acabam aceitando essa situação como algo normal. Em alguns lugares como no Brasil, o governo ainda por cima, reprime que os cidadãos possam se defender. No México atualmente, o presidente discursa ''mais abraços, menos balas'', indicando tamanha incapacidade ao lidar com um problema que assola grande parte da comunidade: A insegurança.
A trama do filme faz um bom tratamento do seu tema, mostrando as dificuldades de se combater o mal da corrupção, algo que permanece sempre atual. Suas boas intenções são prejudicadas pelo excesso de didatismo do roteiro que inicia a história na forma de um documentário em uma sequência desnecessariamente longa e pelo trabalho de direção pouco inspirado.