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Data de lançamento
9 Maio 2008Duração
Mike Terry (Chiwetel Ejiofor) é um professor de jiu-jitsu que evitou o circuito de premiação, preferindo cuidar de uma academia de defesa pessoal e seguir o código de um samurai. Ele e sua esposa Sondra (Alice Braga) lutam para manter o negócio em funcionamento, mesmo que renda o mínimo possível. Até que um acidente do lado de fora da academia, entre o oficial de folga Joe Collins (Max Martini) e a advogada Laura Black (Emilly Mortimer), provoca uma grande mudança na vida de Mike.
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21.06.2009
Drama da Sony Pictures Classics escrito e dirigido por David Mamet, cujo filme também apresenta vários profissionais de artes marciais. David Mamet estudava jiu-jitsu há cerca de 6 anos antes de fazer o filme. Dan Inosanto, que interpretou O Professor, era o principal aluno e principal protegido de Bruce Lee. Chiwetel Ejiofor treinou quase 3 meses antes de atirar, passando até 12 horas diárias (segundo David Mamet) estudando e praticando jiu-jitsu. Último filme de J.J. Johnston (1933-2022).
Uma das 6 colaborações em filmes de cinema [até o momento, outubro de 2015] do ator Joe Mantegna e do diretor e roteirista David Mamet. Os filmes incluem Submundo (05), Cinturão vermelho (08), Homens à deriva (00), Homicídio (91), As coisas mudam (88) e Jogo de emoções (87).
Uma visão interessante, mas geralmente fraca, do conceito de honra e corrupção, pegando o código do estilo samurai e aplicando-o a um personagem do século XXI. O filme em si carece de enredo e envolvimento, e é bom o suficiente, mas ainda assim esquecível. O 1° terço do filme é uma confusão total de introduções de personagens e detalhes que são aparentemente triviais e não relacionados. Como quase sempre, atores brasileiros que decidiram se aventurar no mercado norte-americano (aqui com Rodrigo Santoro e Alice Braga), costumam receber papéis pequenos e insignificantes na maioria das vezes, mas esses atores insistem em ir pra lá só pra dizer que fizeram filmes em Hollywood, como se fosse grande coisa.
Gostei bastante do filme, antes de começar a ver, pensei até se tratar de uma produção brasileira. Dentre alguns assuntos abordados pelo filme, o que mais me chamou a atenção, foi ver, que a cada dia fica mais difícil ser honesto nesse mundo. Todos te traem, o fracasso te acompanha a sua vida inteira.... E mesmo o final sendo "positivo", ainda assim é triste concluir que todos os bons valores, não valem mais de nada!
Terry carrega o filme nas costas,seja por seu carisma,seja pelo protagonismo.
Tenho preguiça de Alice Braga (só faz filme ruim) e de Santoro,que só faz participações e geralmente de vilão em filmes estrangeiros.
Tudo gira em torno do Jiu Jitsu,achei nobre reverenciar o Brasil nisso,mas o
papelão que os atores brasileiros fizeram,matam a homenagem.
A advogada transtornada e seu trauma é explicado rapidamente e perde a força que poderia ter.
Parece que os personagens que poderiam render são cortados para dar vez a outros menos interessantes.
Ótima lição para se desconfiar quando as coisas parecem muito boas e uma baita explanação do que rola por trás das lutas.
O final abrupto,mas explicado,me incomodou.
Não veria novamente,pois a história não se aprofunda em nada.
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O foco do filme não é a luta física, no ringue, como a maioria pensa, mas a luta mental e emocional que uma pessoa honesta trava com todos que não enxergam problema em deixar a ética de lado vez por outra para se dar bem.
Não quero acreditar que o diretor escolheu atores brasileiros para tratar desse tema, mas...
E,sabe de uma coisa, durante o final do filme evoquei a rainha Dercy Gonçalves, em seu simpático " Sonhando com Milhões"
- " E não é que a burra da honestidade venceu!?"