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Data de lançamento
10 Out. 1961Duração
Kansas, 1928. Bud Stamper (Warren Beatty) e Deanie Loomis (Natalie Wood) são dois jovens apaixonados impedidos de consumarem seu amor. Bud, capitão do time do colégio, sofre com a pressão do pai - que deseja que ele vá para a universidade – e a má fama da irmã, Ginny (Barbara Loden). Enquanto isso a sensível Deanie não sabe mais como lidar com sua sexualidade reprimida, o que acaba afetando sua razão e prejudicando o relacionamento com Bud.
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Mais um exemplo da magia de Hollywood. É incrível. A fotografia mostrando a dúvida no rosto de Wood, o tesão latente na jovem que fica entre o cristianismo sempre presente e a sexualidade que causa culpa. O pai, muito bem representado como o homem tradicional que deixa para a mãe a criação da filha e é apenas o provedor. Do outro lado, o pai escroto que age como se o filho fosse obrigatoriamente a continuidade da vida dele, muitas vezes filmado de modo a parecer assustador e grande demais diante da pequenez do filho que ele subjuga. Kazan é mais um dos tantos que é infinitamente melhor do que qualquer cineasta estadunidense vivo. Um gênio da Era de Ouro que nunca mais será igualada
"Como você Bud, eu não penso muito sobre felicidade"
Sensacional!!!!
Conheço bem a filmografia de Elia Kazan, vista em muitas críticas da Revista SET. Contudo, não assisti muitos filmes deste diretor que é e sempre foi muito bem conceituado pela crítica e público. Por acaso, deparei-me com esta bela obra dele, disponível no UNITV TV BOX, não exitei em conferi-lo. Abordagem fantástica e atual de algumas sociedades mais conservadoras. Jovens são impedidos de viverem seus amores por causa de seus familiares e pelos preconceitos e padrões comportamentos e atitudes aos quais as sociedades antigamente impunham a seus filhos. Os personagem tolhidos em seus desejos não conseguiam dizer um não aos pais e quando o diziam era todos como "ovelhas negras". Por um lado, o personagem de Warren Beatty é controlado pelo pai enquanto o personagem de Natalie Wood tem sua sexualidade reprimida pela mãe. O desfecho é um tapa na cara daqueles pais que querem decidir a vida dos filhos. Os pais,.muitas vezes, mais atrapalham que ajudam. Ótimo filme!
23.03.1984
Splendor in the Grass é um mais um bom trabalho de Elia Kazan, onde ele explora a complexidade dos personagens e temas profundos como moralidade, amor, desejo, e o amadurecimento de seus personagens que estão na juventude.