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Sinopse
Quando seu negócio de limpeza de casas só com homens fica fora de controle, uma mulher madura deve abraçar sua própria sexualidade, se quiser construir uma nova vida para si mesma.
Os filmes australianos têm aquele charme acalorado próprio, que faz com que afeiçoemo-nos rapidamente às situações apresentadas, não obstante eventuais incursões classistas. É o que ocorre aqui: a prostituição masculina é progressivamente apresentada como um produto compreensivamente vendável, mas o direito ao romance é exclusivo da protagonista (e de um casal lésbico), apenas. A seleção de canções é pífia (quiçá, para economizar direitos autorais) e há uma indecisão tramática entre a lógica feminista para ricas e os clichês de comédias hollywoodianas, sob uma estética televisiva (visto que a diretora estreante é proveniente de seriados locais). O elenco é simpático, mas o filme incorre num estratégia mui preconceituosa de apresentação para que não se adéqua aos padrões masculinos de beleza. Entretanto, consegue ser divertido mesmo assim (vide a cena do vibrador). A duração talvez se estenda por temo demasiado, mas não é um filme que cansa. Torcemos pelos personagens e imaginamos os benefícios de uma variação local daquele serviço de faxinas (risos). Vale uma audiência desinteressada! (WPC>)
Me surpreendeu, achei divertido.
É um filme que basicamente serve para passar o tempo.
E bem legalzinho sim
Os filmes australianos têm aquele charme acalorado próprio, que faz com que afeiçoemo-nos rapidamente às situações apresentadas, não obstante eventuais incursões classistas. É o que ocorre aqui: a prostituição masculina é progressivamente apresentada como um produto compreensivamente vendável, mas o direito ao romance é exclusivo da protagonista (e de um casal lésbico), apenas. A seleção de canções é pífia (quiçá, para economizar direitos autorais) e há uma indecisão tramática entre a lógica feminista para ricas e os clichês de comédias hollywoodianas, sob uma estética televisiva (visto que a diretora estreante é proveniente de seriados locais). O elenco é simpático, mas o filme incorre num estratégia mui preconceituosa de apresentação para que não se adéqua aos padrões masculinos de beleza. Entretanto, consegue ser divertido mesmo assim (vide a cena do vibrador). A duração talvez se estenda por temo demasiado, mas não é um filme que cansa. Torcemos pelos personagens e imaginamos os benefícios de uma variação local daquele serviço de faxinas (risos). Vale uma audiência desinteressada! (WPC>)